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IFIX cai 0,56% e fecha aos 3.741 pontos nesta terça-feira

IFIX cai 0,56% e fecha aos 3.741 pontos nesta terça-feira
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou a terça-feira (1º) em 3.741,80 pontos, queda de 0,56% ante o pregão anterior. O indicador recuou 20,99 pontos na sessão, refletindo desempenho negativo no agregado dos fundos imobiliários listados.

Ao longo do dia, o índice variou entre a mínima de 3.737,89 pontos e a máxima de 3.763,15 pontos. O fechamento ocorreu 3,91 pontos acima da mínima intradiária, indicando recuperação parcial no fim da sessão.

  • Fechamento: 3.741,80 pontos (-0,56%)
  • Variação absoluta no dia: -20,99 pontos
  • Máxima e mínima intradiárias: 3.763,15 e 3.737,89 pontos
  • Encerramento em relação à mínima do dia: +3,91 pontos
  • Comparação com o fechamento anterior (3.762,79): baixa no dia
  • Faixa de 52 semanas: entre 3.469,47 e 3.944,38 pontos

O IFIX é o principal termômetro do mercado de fundos imobiliários no Brasil, composto por uma carteira teórica de cotas negociadas. Em pontos, expressa a variação agregada dos ativos do segmento, servindo como referência para o desempenho do universo de fundos.

Na sessão, o comportamento de cotações mostrou dispersão entre setores e estratégias, com movimentos de realização em parte dos ativos de recebíveis e alta pontual em shoppings e escritórios. O dia também foi marcado por forte giro em alguns fundos de crédito e fundos de fundos.

Negócios no IFIX: CPTS11 lidera volume

Entre os mais negociados, o CPTS11 (Capitania Securities II FII) movimentou 2,27 milhões de cotas e caiu 0,67% no dia. O volume elevado posicionou o fundo à frente em liquidez na sessão.

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O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) somou 1,87 milhão de cotas e avançou 0,77%. O desempenho positivo ocorreu com ampla participação dos investidores ao longo do pregão.

O XPSF11 (XP Selection Fundo de Fundos FII) registrou 1,74 milhão de cotas e subiu 2,03%. O movimento refletiu demanda no segmento de fundos de fundos, que alocam capital em uma cesta diversificada de ativos do setor.

Na sequência, o MXRF11 (Maxi Renda FII) teve 1,64 milhão de cotas negociadas, alta de 0,33%. O fundo figurou entre os ativos mais líquidos do dia, mantendo interesse de negociação contínuo.

Já o MCRE11 (Maua Capital Real Estate FII) movimentou 1,04 milhão de cotas e recuou 3,05%. A queda colocou o fundo entre os destaques negativos no recorte de fundos com maior giro.

Esses volumes mostram a concentração de liquidez em uma base restrita de ativos do índice e ajudam a explicar a direção intradiária do mercado, ainda que o desempenho individual tenha variado entre segmentos.

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Sobe e desce no IFIX: destaques do dia

A maior alta do pregão ficou com o GZIT11 (Gazit Malls FII), que avançou 4,36%. A cota subiu R$ 1,54 no dia e encerrou a R$ 36,21, sustentando o melhor desempenho entre os componentes monitorados.

Na segunda posição entre as maiores valorizações, o BRCR11 (BTG Pactual Corporate Office Fund) ganhou 2,04% no fechamento. No acumulado do dia, a cota acrescentou R$ 0,82 e terminou em R$ 41,03.

Entre as baixas, o pior resultado foi do ARRI11 (Átrio Reit Recebíveis Imobiliários FII), com queda de 9,45%. A cota recuou R$ 0,45 e terminou a R$ 4,31, liderando as perdas na sessão.

O TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística FII) teve a segunda maior queda, de 5,38%. O preço caiu R$ 2,66, encerrando o pregão a R$ 46,80 e compondo o grupo de maiores retrações do dia.

O desempenho heterogêneo entre os ativos indica um pregão de seletividade. Enquanto alguns fundos de shoppings e escritórios registraram ganhos, parte dos fundos de recebíveis e logísticos recuou, contribuindo para o fechamento negativo do índice.

No recorte de 52 semanas, o IFIX segue entre 3.469,47 e 3.944,38 pontos. Essa faixa contextualiza o movimento recente do mercado, mostrando que, apesar da queda no dia, o indicador permanece dentro do intervalo observado no último ano.

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Além disso, o fechamento 3,91 pontos acima da mínima intradiária sugere recomposição marginal de preços ao final da sessão. Ainda assim, a variação de -0,56% reforça a pressão vendedora no consolidado do pregão.

No panorama geral, o comportamento do índice acompanhou a dinâmica de fluxo e notícias do dia, com liquidez concentrada e oscilações relevantes em ativos específicos. Em termos operacionais, “pontos” representam a variação do índice e “cotas” são as unidades de negociação dos fundos, o que permite acompanhar com precisão a performance do mercado de índice de fundos imobiliários e dos principais FIIs listados.

 

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