FIIs

PCIP11 eleva resultado e reforça reserva; gestão ativa em março

PCIP11 eleva resultado e reforça reserva; gestão ativa em março
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário PCIP11 reportou resultado distribuível de R$ 19,146 milhões em março, avanço de 34,42% frente a fevereiro (R$ 14,243 milhões). A performance refletiu receita total de R$ 21,605 milhões e despesas de R$ 1,076 milhão, sustentando a capacidade de distribuição e reforçando a previsibilidade de caixa no curto prazo.

No mês, o resultado distribuível por cota foi de R$ 1,13, porém o fundo pagou R$ 0,85 por cota em 16 de abril. A diferença reforçou a reserva acumulada, que atingiu R$ 0,68 por cota ao fim de março, conferindo margem para suavização de proventos em períodos subsequentes.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

A rentabilidade do PCIP11 foi de 1,3% em março e acumula 3,6% no 1º trimestre de 2026. Desde a criação, entrega retorno total de 96,1%, equivalente a performance anualizada de 11%. O dividend yield anualizado ficou em 10,9% sobre a cota patrimonial e, considerando o preço de fechamento, atingiu 12%, enquanto a valorização mensal superou a média histórica do fundo, sinalizando resiliência do portfólio.

A gestão manteve abordagem ativa. Houve venda de CRIs TRX GPA, Prevent Senior, Socicam e JSL, totalizando R$ 15 milhões e impacto pontual negativo de R$ 0,01 por cota. Na compra, destaque para o CRI MRV Flex, com alocação de R$ 45 milhões e remuneração de IPCA + 11,17% ao ano, parte de operação de R$ 105 milhões detida por veículos da Patria.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

O lastro do MRV Flex abrange mais de 350 contratos de compra e venda, distribuídos em mais de 100 empreendimentos, com concentração regional no Nordeste e Sudeste (~80%). Houve ainda alocação de R$ 5,6 milhões no CRI Creditas II Carteira IV Sênior B, remunerado a IPCA + 9% ao ano, além de posição tática em oito FIIs de crédito, que somam 7,7% do patrimônio líquido.

Ao fim de março, 96,2% do PL estava alocado; 88,6% em CRIs e operações estruturadas, com rentabilidade média de 16,6% ao ano (equivalente a IPCA + 10,4%), prazo médio de 3,4 anos e spread de 2,5% ao ano. A carteira inclui 105 CRIs e quatro operações estruturadas em 14 segmentos, com maior exposição a varejo (20%), residencial (19%) e operações pulverizadas (11%).

Regionalmente, São Paulo concentra 38% dos CRIs. Cerca de 90% dos ativos estão atrelados ao IPCA, 5% ao CDI (CDI + 5% a.a.), 3% ao IGP-M (IGP-M + 10% a.a.) e 1% prefixado (14% a.a.). Nenhuma posição individual supera 5,36% do PL; as maiores são FII Renda Preferencial GPA (5,36%), CRI Airport Town (4,74%) e CRI Cidade Matarazzo IPCA B (4,17%). Os CRIs com peso inferior a 1,25% somam 36,83% do PL, reforçando a diversificação do PCIP11.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também