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KNRI11 mantém R$ 1,10 por cota e Yield de 0,66% em maio

KNRI11 mantém R$ 1,10 por cota e Yield de 0,66% em maio
Foto: Suno/Banco

O KNRI11 manteve a distribuição mensal de R$ 1,10 por cota para maio, repetindo o valor praticado desde março, com pagamento em 15 de maio de 2026 e data-base em 30 de abril de 2026. Com base no fechamento de abril a R$ 167,88, o fundo registra Dividend Yield mensal aproximado de 0,66%, reforçando sua proposta de renda contínua ao cotista. A estratégia do veículo é gerar fluxo mensal por meio da locação de um portfólio diversificado de edifícios corporativos e centros logísticos.

A combinação dos dois segmentos imobiliários busca conferir maior previsibilidade e menor volatilidade ao fluxo de receitas. Além disso, o modelo de gestão procura equilibrar riscos setoriais via diversificação, diluindo impactos pontuais. Essa abordagem tem contribuído para estabilidade de indicadores operacionais e financeiros.

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Movimentações recentes incluíram a expansão do Banco Votorantim com a locação de dois conjuntos na torre Ebony do Rochaverá, a substituição da Blue Health pela A5X em um conjunto no Condomínio São Luiz e a desocupação de um conjunto no Edifício Joaquim Floriano pela Skopos. Esses eventos foram absorvidos sem alteração relevante na vacância física, que se manteve em 4,20%, enquanto a vacância financeira recuou levemente de 5,45% para 5,44%.

A vacância ajustada por carências terminou março em 5,85%, queda de 0,03 p.p. frente ao mês anterior, sinalizando resiliência operacional. O portfólio soma 19 propriedades, sendo 12 edifícios corporativos e 7 centros logísticos, totalizando 653.415 m² de ABL (166.959 m² em escritórios e 486.456 m² em ativos logísticos). O relacionamento com mais de 150 inquilinos sustenta a diversificação de receitas.

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A maior exposição setorial está na indústria (42%), seguida de comércio (24%), serviços (15%), financeiro (8%), tecnologia (7%), outros (3%) e engenharia (1%). Essa distribuição mitiga concentrações e contribui para a consistência do caixa, especialmente em cenários de maior incerteza.

Nos contratos, o prazo médio é de 9,45 anos, com escritórios em 7,77 anos e logística em 11,86 anos. O prazo remanescente médio é de 3,15 anos (2,72 anos em escritórios e 3,78 anos em galpões). Tal estrutura reflete especificidades de cada mercado: os contratos logísticos tendem a ser mais longos devido a investimentos em adaptações pelos inquilinos, favorecendo o equilíbrio de riscos e a previsibilidade dos dividendos do KNRI11.

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