O fundo imobiliário XPLG11 manteve a distribuição de R$ 0,82 por cota em abril de 2026, preservando o patamar de proventos vigente desde fevereiro de 2025. A data-base foi 30 de abril e o pagamento ocorreu em 15 de maio de 2026, assegurando rendimento estável aos cotistas. Com base na cotação de fechamento de R$ 100,75 em abril, o provento representou um Dividend Yield mensal de aproximadamente 0,81%.
O resultado reforça a previsibilidade do fluxo de rendimentos do XPLG11, importante para investidores que buscam renda recorrente. Os direitos ao provento foram garantidos aos posicionados até o encerramento do pregão de 30 de abril. No período, o fundo segue monitorando o mercado para otimizar a alocação e preservar o perfil defensivo da carteira.
Principais dados: valor distribuído de R$ 0,82 por cota; data-base em 30/04/2026; pagamento em 15/05/2026; Dividend Yield mensal de 0,81%; período de referência abril de 2026. Esses números evidenciam consistência no repasse, alinhada à estratégia do fundo.
Em termos de mercado, o dividendo do XPLG11 se apoia em fundamentos sólidos. O FII figura entre os mais negociados da B3: em março de 2026, registrou 1.141.506 negociações e volume financeiro de R$ 116,0 milhões. A liquidez média diária ficou em R$ 5,3 milhões, com a cota encerrando o mês a R$ 100,59.
O patrimônio líquido do FII XPLG11 segue em trajetória de crescimento. Em 12 meses, avançou de R$ 3,64 bilhões para R$ 4,31 bilhões em 2026, alcançando R$ 4,45 bilhões em março de 2026. Esse reforço patrimonial contribui para resiliência e capacidade de investimento.
Desempenho e indicadores mostram estabilidade: o valor patrimonial por cota variou de R$ 107,42 (12 meses) para R$ 105,97 (2026) e R$ 106,16 (março/26). Já o valor de mercado por cota oscilou em torno de R$ 100,41, R$ 102,49 e R$ 100,59, respectivamente. Nos 12 meses até março, o ganho de capital bruto foi de 3,72%, a TIR Bruta anualizada atingiu 13,53% e o Retorno Total Bruto somou 12,91%, abaixo do IFIX, que rendeu 16,83% no período.
As operações do portfólio tiveram ajustes: houve devoluções de 10,7 mil m² de ABL no CD Piracicaba e 1,9 mil m² no Syslog RJ. Como efeito, a vacância física encerrou março em 8,7% e a financeira em 4,3%. As áreas desocupadas já estão em comercialização, buscando reduzir o tempo de vacância e manter a geração de receita do portfólio do XPLG11.