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SNME11 paga R$ 0,10 por cota e supera IFIX em março

SNME11 paga R$ 0,10 por cota e supera IFIX em março
Foto: Suno/Banco

O SNME11 distribuiu R$ 0,10 por cota referente a março, o que representa dividend yield de 1,03% com base no fechamento de 15 de abril de 2026, quando a cota valia R$ 9,52. O movimento reforça a consistência na geração de renda recorrente aos cotistas e a disciplina na política de distribuição do fundo.

No período, o fundo apurou resultado contábil de R$ 1,11 milhão, evidenciando capacidade de geração de caixa saudável. A gestão ativa também contribuiu para o desempenho, com R$ 335 mil em ganhos de capital em março, fruto de alocações oportunísticas e ajustes táticos no portfólio.

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As operações táticas entregaram taxa interna de retorno (TIR) anualizada de 45%, destacando eficiência na captura de assimetrias de preço. Esse retorno superou de forma relevante o IFIX no mês, reforçando a proposta de valor do veículo para investidores de renda variável listada.

Estratégia do SNME11 sustenta resultados em cenário desafiador

Em março, o IFIX recuou 1,06% diante da abertura da curva real de juros, movimento que pressionou grande parte dos fundos imobiliários. Em contraste, o SNME11 registrou retorno patrimonial total de 0,07%, demonstrando resiliência operacional e tática em ambiente adverso.

Desde o início das operações, em setembro de 2023, o fundo acumula alfa de 17,56% frente ao IFIX, além de 4,48% sobre o IPCA + Yield do IMA-B. Esse histórico indica consistência na execução da estratégia e aderência à tese de investimentos de longo prazo.

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Em movimentações de carteira, o fundo ampliou posições em IRIM11 e CXCO11 aproveitando descontos no secundário, e realizou desinvestimentos parciais em BTHF11 e ITRI11, gerando cerca de R$ 160 mil em ganho de capital. Uma operação de long and short com BRCO11 adicionou R$ 175 mil ao resultado, comprovando a eficácia de táticas de valor relativo.

O processo de incorporação do SNFF11 pelo SNME11 segue previsto para o primeiro semestre de 2026, com a gestão utilizando o prazo para estruturar operações que beneficiem o portfólio consolidado. Ao fim de março, a cota fechou a R$ 9,52, próxima do valor patrimonial de R$ 9,50, sinalizando equilíbrio entre preço de mercado e valor intrínseco.

A distribuição de março reforça a atratividade do fundo para perfis focados em renda, com dividend yield de 1,03% no mês. A combinação de geração de caixa, ganhos de capital e gestão ativa sustenta a tese do SNME11 como alternativa robusta no universo de FIIs.

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