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GGRC11 paga R$ 0,10 por cota em março; yield de 0,97%

GGRC11 paga R$ 0,10 por cota em março; yield de 0,97%
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário GGRC11 confirmou a distribuição de R$ 0,10 por cota para março de 2026, com data-base em 2 de março e pagamento em 9 de março. Tomando como referência o preço de fechamento de fevereiro, de R$ 10,36 por cota, o valor equivale a um dividend yield mensal aproximado de 0,97%. Os proventos do GGRC11 permanecem isentos de Imposto de Renda para pessoa física, conforme a regra vigente para fundos imobiliários.

O anúncio ocorre após um período de expansão relevante no resultado. Entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, o lucro do fundo avançou 78%, passando de R$ 19,34 milhões para R$ 34,44 milhões. Esse salto reflete o desempenho operacional e financeiro no intervalo analisado, em linha com a recuperação de receitas.

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Desempenho e distribuição do mês de janeiro do GGRC11

A evolução do lucro decorreu do aumento das receitas imobiliárias e financeiras, detalhado na DRE apresentada no relatório gerencial de janeiro. Na ocasião, o fundo distribuiu R$ 0,10 por cota referentes ao resultado do mês. Considerando a cotação de fechamento de R$ 10,05, o dividend yield anualizado atingiu 11,94%, cálculo obtido ao multiplicar a distribuição mensal por 12 e dividir pelo preço de mercado.

No patrimônio, a cota patrimonial fechou janeiro em R$ 11,22. O patrimônio líquido somou R$ 2,4 bilhões, enquanto o valor de mercado foi de R$ 2,15 bilhões, refletindo o desconto frente ao valor patrimonial. Esses indicadores ajudam a dimensionar o estágio de precificação do fundo.

Portfólio diversificado e métricas operacionais

O GGRC11 encerrou janeiro com 36 ativos imobiliários em carteira, somando cerca de 711 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) e 41 inquilinos. O prazo médio ponderado dos contratos (WAULT) é de 4,94 anos, parâmetro que sustenta a previsibilidade das receitas.

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A diversificação de inquilinos e a pulverização contratual contribuem para mitigar riscos de vacância e inadimplência. Com esse desenho, o fundo busca estabilidade de fluxo de caixa ao longo do tempo e resiliência frente a ciclos econômicos.

Liquidez e base de investidores no mercado secundário

O número de cotistas alcançou 290.959 em janeiro, evidenciando a ampla base de investidores pessoa física. No secundário, o ADTV foi de R$ 8,64 milhões, com volume mensal de R$ 181,3 milhões, indicando boa liquidez para negociação.

A liquidez robusta tende a facilitar a entrada e saída de investidores e a apoiar a eficiência na formação de preços. Para março de 2026, a distribuição de GGRC11 reforça o histórico recente de resultados e pagamentos ao cotista.

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