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SNFF11 anuncia R$ 0,72 por cota e supera IFIX em dezembro

SNFF11 anuncia R$ 0,72 por cota e supera IFIX em dezembro
Dividendos. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário distribuição de dividendos SNFF11 anunciou pagamento de R$ 0,72 por cota aos investidores, com data-base em 13 de fevereiro de 2026 e pagamento previsto para 24 de fevereiro de 2026. Com base no preço de R$ 76,90 em 30 de janeiro, o provento implica um dividend yield mensal aproximado de 0,94%. Para pessoas físicas, os rendimentos de FIIs seguem isentos de Imposto de Renda, desde que cumpridos os requisitos legais.

Em dezembro, o SNFF11 avançou 5,15% em preço, somando retorno total de 6,26% ao incluir a distribuição referente a novembro. O fundo fechou o mês a R$ 76,14, abaixo do valor patrimonial de R$ 86,88, mantendo desconto relevante frente ao seu patrimônio líquido.

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No período, o mercado de fundos imobiliários mostrou recuperação, apesar da abertura da curva real de juros — a NTN-B 2035 passou de 7,31% para 7,39% ao ano. O IFIX subiu 3,14% em dezembro, refletindo maior apetite por risco e expectativas mais positivas para o setor no curto prazo.

O SNFF11 entregou retorno patrimonial total de 3,51% no mês, superando o IFIX. Desde maio de 2021, o fundo acumula alpha de 9,33%, desempenho equivalente a 129% do referencial no período, reforçando a consistência da gestão ativa e sua capacidade de geração de valor.

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Parte da carteira segue alocada em fundos de desenvolvimento, cerca de 9% do portfólio, com exposição aos segmentos logístico, corporativo, residencial e hoteleiro. Esses ativos tendem à “curva J”, com maior consumo de caixa no curto prazo e retorno concentrado no longo prazo, enquanto a geração de resultado em dezembro somou R$ 3,22 milhões.

A receita foi puxada pelos rendimentos dos FIIs investidos, próximos de R$ 2,9 milhões, complementada por ganhos de renda fixa, dividendos de ações e realizações de capital na ordem de R$ 360 mil. Entre as movimentações, houve alienações de cerca de R$ 2 milhões em FIIs líquidos para fortalecer caixa e reduzir posições maduras.

A gestão ampliou a exposição ao PATL11 e investiu R$ 7,8 milhões no CXCO11 a um cap rate implícito próximo de 15% ao ano, nível considerado elevado em comparação a transações tradicionais. Adicionalmente, uma operação tática de venda a descoberto em HGLG11, já encerrada, gerou lucro de R$ 366 mil, reforçando o resultado do período e a abordagem ativa do portfólio.

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