O fundo imobiliário TGAR11 (TGAR11), de gestão ativa e foco em desenvolvimento imobiliário, encerrou junho de 2026 com patrimônio líquido de R$ 2,55 bilhões. O portfólio reunia 171 ativos, distribuídos por 20 estados e 91 municípios, associado a 86.506 unidades imobiliárias. O VGV de estoque proporcional somava R$ 1,81 bilhão, o VGV potencial atingia R$ 2,67 bilhões e o valor presente da carteira vendida a receber totalizava R$ 2,66 bilhões. Este raio-x apresenta estrutura, carteira e histórico de distribuição — com destaque para os dividendos do TGAR11 — conforme o relatório gerencial, sem constituir recomendação de investimento.
A estratégia do fundo combina participações societárias em projetos residenciais, loteamentos, incorporações e multipropriedade, além de alocações complementares em CRIs, shoppings, ativos de bolsa e imóveis para renda. A TG Core Asset é a gestora, e a Vórtx é a administradora, escrituradora e custodiante. Até junho, o FII havia realizado 13 emissões, com 23.567.968 cotas em circulação.
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- PL de R$ 2,55 bilhões em junho de 2026
- 171 ativos em 20 estados e 91 municípios
- 86.506 unidades associadas ao portfólio
- VGV de estoque proporcional de R$ 1,81 bilhão
- VGV potencial de R$ 2,67 bilhões
- Valor presente da carteira vendida a receber de R$ 2,66 bilhões
- 2.368 unidades vendidas no 2T26; R$ 255 milhões em VGV proporcional
- Distribuição de R$ 0,72/cota referente a junho de 2026; R$ 10,31/cota em 12 meses
- Dividend yield de 14,27% nos 12 meses encerrados em junho, segundo o fundo
Conheça o fundo e os dividendos do TGAR11
O fundo imobiliário TGAR11 iniciou operações em dezembro de 2016 e prioriza investimentos por meio de participações societárias (equity) em projetos residenciais. A alocação contempla loteamentos, condomínios fechados, incorporações e empreendimentos de multipropriedade, com presença em polos regionais com dinâmica própria de crescimento, especialmente áreas ligadas ao agronegócio e em expansão urbana.
Como componente tático, o fundo também investe em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), ativos listados em bolsa, shoppings e imóveis para renda. A TG Core Asset conduz a gestão, e a Vórtx desempenha as funções de administração, escrituração e custódia. Em junho, o FII contava com 23.567.968 cotas e 13 emissões concluídas, mantendo perfil diversificado em geografia e tipologias de projetos. O objetivo declarado é capturar retornos do ciclo completo de desenvolvimento, desde o landbank (banco de terrenos) até a venda ao cliente final.
Carteira, alocação e dividendos do TGAR11
A maior parcela do patrimônio estava concentrada na carteira de recebíveis de equity performado, com 74,10% do PL. Essa categoria reúne participações em projetos com ao menos 80% das obras concluídas e fluxo relevante de recebimentos provenientes das vendas já realizadas, o que tende a reduzir riscos de execução e caixa.
Na sequência apareciam: equity em desenvolvimento (11,52%), landbank (3,88%), crédito (3,70%), shopping (2,57%), fundos de renda fixa (2,47%) e ativos de bolsa (1,76%). Considerando apenas a carteira de equity, 61,67% estavam vinculados a urbanismo (loteamentos e infraestrutura), 23,93% a incorporações, 11,41% a multipropriedade, 2,85% a shopping e 0,14% a imóveis para renda.
No segundo trimestre de 2026, os empreendimentos ligados ao portfólio registraram 2.368 unidades vendidas, com cerca de R$ 255 milhões em VGV proporcional ao fundo. Por segmento, o urbanismo respondeu por aproximadamente R$ 114 milhões, as incorporações por R$ 100 milhões e a multipropriedade por R$ 40 milhões. Esses dados refletem o avanço comercial dos projetos e a conversão de estoque em recebíveis, aspectos centrais para a geração de caixa da estratégia.
Histórico e política de distribuição: dividendos do TGAR11
Em junho de 2026, o FII distribuiu R$ 0,72 por cota. Nos 12 meses encerrados naquele mês, os proventos somaram R$ 10,31 por cota, o que corresponde a um dividend yield de 14,27%, conforme informado pelo próprio fundo. O histórico recente indica pagamentos de R$ 1,00 por cota entre julho e dezembro de 2025. Em janeiro de 2026, a distribuição foi de R$ 0,71 por cota e, de fevereiro a junho, manteve-se em R$ 0,72 por cota.
A política de distribuição é impactada pelo ritmo de vendas, evolução das obras e perfil dos recebíveis, incluindo o valor presente da carteira vendida a receber, que somava R$ 2,66 bilhões em junho. O VGV de estoque proporcional de R$ 1,81 bilhão e o VGV potencial de R$ 2,67 bilhões compõem a base para a geração de resultados futuros, condicionados à execução dos projetos, velocidade de comercialização e condições de crédito ao comprador final.
Este conteúdo é informativo, apresenta dados do relatório gerencial de junho de 2026 e não constitui recomendação de compra, venda ou manutenção de cotas do fundo.