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VRTA11 sobe quase 2% e amplia recuperação no mercado secundário

VRTA11 sobe quase 2% e amplia recuperação no mercado secundário
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário VRTA11 encerrou o pregão desta sexta-feira (24) em alta de 1,89%, cotado a R$ 73,82. O movimento consolidou a recuperação recente das cotas, que voltaram a negociar acima da média móvel de curto prazo após oscilações nas últimas semanas.

A gestão manteve a estratégia de reforço da carteira de crédito imobiliário. Em maio de 2026, o fundo reportou resultado aproximado de R$ 17,64 milhões, com novas alocações em CRIs e início da redução de exposição a outros fundos imobiliários.

  • Cota subiu 1,89% no dia, para R$ 73,82, retomando nível acima da média móvel de curto prazo.
  • Resultado de maio de 2026 foi de cerca de R$ 17,64 milhões.
  • Novas alocações: R$ 1,8 milhão no CRI Summus (IPCA + 11,50% a.a.) e R$ 1,8 milhão no CRI Evoke 2ª Série (CDI + 4,50% a.a.).
  • Início de desinvestimento gradual no SNME11, devido à menor liquidez no mercado secundário.
  • Em 12 meses, a cota ficou praticamente estável (+0,03%).
  • Simulação: R$ 15 mil teriam se transformado em R$ 17.136,29 no período.
  • Rendimentos responderam por R$ 2.131,80; valorização de cota elevou o principal a R$ 15.004,49.
  • Referência: poupança teria chegado a R$ 15.900 (+7,78% inferior ao resultado do fundo).
  • No dia da simulação, a cota valia R$ 71,60 (+1,78%); faixa de 52 semanas entre R$ 67,29 e R$ 79,15.
  • Valor patrimonial por cota: R$ 83,80; P/VP de 0,84 (cerca de 15% abaixo do patrimônio).
  • Liquidez média diária em torno de R$ 2,8 milhões.
  • Último rendimento: R$ 0,85/cota; em 12 meses, R$ 10,20/cota (dividend yield de ~14,2%).

Quanto R$ 15 mil rendem no VRTA11 no último ano

Em 12 meses, a variação de preço do fundo foi próxima de zero, com alta de 0,03%. Ainda assim, a simulação indica que R$ 15 mil teriam se tornado R$ 17.136,29, puxados majoritariamente pelos rendimentos distribuídos no período.

Desse total, R$ 2.131,80 vieram de rendimentos mensais, isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, desde que atendidas as condições previstas na legislação. A valorização da cota teve contribuição marginal, levando o principal de R$ 15.000 a R$ 15.004,49.

Como referência, os mesmos R$ 15 mil aplicados na poupança teriam alcançado R$ 15.900 no intervalo, o que coloca o desempenho do fundo cerca de 7,78% acima da caderneta no período analisado. Essa comparação considera a estabilidade de preço do ativo no recorte e evidencia a relevância dos proventos na formação do retorno total.

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Criado em 2010 e gerido pela Fator, o fundo tem foco em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que são títulos de renda fixa lastreados em recebíveis do setor imobiliário. A remuneração do cotista decorre, principalmente, dos juros pagos por esses créditos, que compõem a carteira do fundo.

Por se tratar de renda variável, a cota pode oscilar para cima ou para baixo. Na simulação, o resultado adveio sobretudo dos proventos, com preço praticamente estável no período.

Simulação, preço e carteira: dados atualizados do VRTA11

No dia da simulação, a cota era negociada a R$ 71,60, em alta de 1,78%, dentro da faixa de R$ 67,29 a R$ 79,15 nas últimas 52 semanas. O valor patrimonial por cota (VPC) está em R$ 83,80, o que implica P/VP de 0,84. Esse indicador mostra a relação entre o preço de mercado e o patrimônio por cota; abaixo de 1, sugere que o ativo negocia com desconto frente ao valor contábil.

O último rendimento foi de R$ 0,85 por cota, em linha com a média recente. No acumulado de 12 meses, os proventos somam R$ 10,20 por cota, com dividend yield de aproximadamente 14,2%. Dividend yield é a divisão dos rendimentos pagos no período pelo preço da cota, servindo como referência anualizada de retorno via proventos.

A liquidez média diária do fundo gira em torno de R$ 2,8 milhões, patamar que dá suporte às operações de compra e venda no mercado secundário.

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Em maio de 2026, o fundo reportou resultado de cerca de R$ 17,64 milhões e reforçou o foco em crédito imobiliário. Entre as movimentações, foram alocados R$ 1,8 milhão no CRI Summus, atrelado ao IPCA com spread de 11,50% ao ano, e R$ 1,8 milhão no CRI Evoke 2ª Série, remunerado a CDI + 4,50% ao ano. Simultaneamente, a gestão iniciou o desinvestimento da posição no SNME11, de forma gradual, em razão da menor liquidez do ativo no secundário.

A combinação de ativos indexados à inflação e ao CDI tem buscado equilibrar a carteira em diferentes cenários de juros e preços. Essa composição é típica de um portfólio de crédito, cujo fluxo de caixa é derivado dos pagamentos dos devedores dos recebíveis.

No contexto recente, a cota encerrou a sexta-feira (24) a R$ 73,82, com avanço de 1,89%. O movimento reforça a trajetória de recuperação observada após semanas de maior oscilação, com o preço voltando a superar a média móvel de curto prazo, indicador técnico que suaviza variações diárias para sinalizar tendência.

Para fins de referência setorial, este é um fundo imobiliário voltado a CRIs, cuja política de alocação tem priorizado operações com diferentes indexadores e prazos, ao mesmo tempo em que reduz a exposição a outros FIIs quando a gestão identifica melhor relação risco-retorno no crédito.

No período analisado, os proventos mensais seguiram preponderantes no retorno total, como mostram os dividendos do VRTA11 acumulados em 12 meses, de R$ 10,20 por cota, mesmo com a cota praticamente estável no recorte.

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