O fundo imobiliário Suno FoF (SNFF11) da Suno Asset reportou resultado de R$ 2,139 milhões em maio, sustentando a geração de caixa da carteira e sinalizando continuidade na distribuição de rendimentos antes da incorporação pelo SNME11. No mês, o resultado distribuível foi de R$ 0,92 por cota, dos quais R$ 0,72 foram provisionados para pagamento e R$ 0,20 permaneceram como reserva acumulada distribuível.
A gestão indicou que o fundo deve manter a distribuição de seu resultado recorrente nos próximos meses. Toda a reserva acumulada também deverá ser repassada aos cotistas antes da conclusão da fusão com o fundo incorporador.
- Resultado em maio: R$ 2,139 milhões; R$ 0,92/cota de resultado distribuível
- Provisão para distribuição: R$ 0,72/cota; reserva acumulada: R$ 0,20/cota
- Distribuição do período equivale a dividend yield anualizado de 12,35%
- Cota de mercado ao fim de maio: R$ 75,71; valor patrimonial: R$ 87,86; P/VP (preço/valor patrimonial) de 0,86 vez
- Carteira composta por 73 fundos imobiliários; cota potencial estimada em R$ 98,30 (upside de 29,8% vs. preço do mês)
- Gestão ativa: venda de PATL11 (~R$ 1,5 mi; lucro ~R$ 90 mil) e operações com GGRC11 (~R$ 7,7 mi; lucro ~R$ 298 mil), somando R$ 0,10/cota em ganhos de capital
- Aquisição de RELG11 (~R$ 764 mil) durante processo de cisão e amortização do fundo
- Alocação ao fim de maio: 85% em FIIs e 14% em caixa
- Pagamento de R$ 0,72/cota realizado em 25/06/2026 aos cotistas habilitados
Resultados do SNFF11 e distribuição antes da fusão
Em maio, o fundo apurou R$ 0,92 por cota de resultado distribuível. Desse montante, R$ 0,72 por cota foram destinados à distribuição aos cotistas. Os R$ 0,20 por cota remanescentes foram mantidos como reserva acumulada distribuível, que corresponde a resultado retido com possibilidade de pagamento futuro.
A gestão reforçou a expectativa de continuidade na geração recorrente de caixa e na distribuição dos rendimentos. A orientação é repassar, antes da conclusão da incorporação pelo SNME11, todo o saldo da reserva acumulada aos investidores.
A distribuição do período correspondeu a um dividend yield anualizado de 12,35%. O cálculo considera o valor de R$ 0,72 por cota frente ao preço de mercado observado ao fim de maio. No fechamento do mês, a cota era negociada a R$ 75,71, enquanto o valor patrimonial por cota era de R$ 87,86, resultando em P/VP de 0,86 vez — indicador que relaciona o preço de mercado ao valor patrimonial.
A cota potencial estimada pela gestora foi de R$ 98,30, apontando potencial de valorização de 29,8% em relação ao preço de mercado do período. Essa estimativa considera as premissas internas da gestão para o portfólio, que seguia composto por 73 fundos imobiliários.
O pagamento dos rendimentos referentes ao mês foi liquidado em 25 de junho de 2026, diretamente nas corretoras dos cotistas elegíveis, conforme comunicado ao mercado.
Além da renda recorrente, o mês registrou ganhos adicionais com gestão ativa. Houve venda aproximada de R$ 1,5 milhão em cotas de PATL11, com lucro de cerca de R$ 90 mil. Em paralelo, compras e vendas de GGRC11 somaram aproximadamente R$ 7,7 milhões, gerando lucro de R$ 298 mil.
No agregado, as operações contribuíram com R$ 0,10 por cota em ganhos de capital no mês. Ganhos de capital são lucros obtidos com a diferença positiva entre preço de venda e de compra de ativos.
A gestão também destacou a aquisição de cerca de R$ 764 mil em cotas de RELG11, durante o processo de cisão e amortização aprovado pelos cotistas desse fundo. Segundo a administradora, a movimentação deve produzir efeito positivo para o FOF após a conclusão do evento societário.
Ao final de maio, a carteira permanecia majoritariamente alocada em fundos imobiliários, com 85% do patrimônio em FIIs e 14% em caixa. A manutenção de liquidez buscou equilibrar a execução da estratégia ativa e o cumprimento da política de distribuições ao longo do processo de incorporação.