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Saiba quanto o HSML11 vai distribuir; fundo comunica rendimento do mês

Saiba quanto o HSML11 vai distribuir; fundo comunica rendimento do mês
Crédito Privado. Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário HSI Malls (HSML11) definiu o pagamento de dividendos de R$ 0,75 por cota referentes à competência de junho de 2026, valor igual ao do mês anterior. O crédito ocorrerá em 7 de julho, com direito definido pela posição no encerramento do pregão de 30 de junho, data-base a partir da qual compras não participam desta distribuição.

Considerando a cotação média de junho, de R$ 85,70 por cota, o pagamento representa retorno mensal aproximado de 0,88%. Na distribuição anterior, declarada em 29 de maio de 2026, o yield anualizado foi de 9,7% sobre o valor de mercado da cota na data do anúncio. Os rendimentos para pessoas físicas seguem isentos de Imposto de Renda, observadas as condições legais.

  • Provento de R$ 0,75 por cota referente a junho de 2026, com pagamento em 7 de julho
  • Data-base: 30 de junho; quem comprar após essa data não recebe esta distribuição
  • Retorno mensal estimado: 0,88% sobre a cotação de R$ 85,70 em junho
  • Yield anualizado da distribuição anterior: 9,7% (com base em 29/5/2026)
  • rendimentos do HSML11 isentos de IR para pessoa física, conforme legislação
  • Revisão de guidance 2026: faixa projetada de R$ 0,74 a R$ 0,78 por cota a partir de maio

Desse modo, a comunicação de proventos ocorre em linha com o guidance atualizado para 2026, cuja faixa projetada subiu para R$ 0,74 a R$ 0,78 por cota, com vigência iniciada em maio. A atualização incorpora a dinâmica operacional recente dos shoppings do portfólio, com avanço de receitas e estabilidade de ocupação.

No indicador de mercado, o fundo encerrou maio com 191.016 cotistas e valor de mercado próximo de R$ 2,0 bilhões. O volume médio diário negociado foi de R$ 8,8 milhões, o maior da série histórica do veículo.

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Desempenho operacional e carteira do HSML11

O portfólio apresentou melhora em abril. O NOI (Resultado Operacional Líquido) avançou 4% na comparação anual, alcançando R$ 104,64 por metro quadrado. As vendas dos lojistas cresceram 1% na mesma base, para R$ 1.385,22 por metro quadrado. Ambos os indicadores refletem a evolução de tráfego e a manutenção de níveis elevados de ocupação.

Entre os ativos, os destaques positivos foram Shopping Paralela (alta de 14% em abril e 11% no acumulado de 2026), Via Verde (+11%), SuperShopping Osasco (+10%) e Granja Vianna (+8%). Pátio Maceió registrou variação de +2% e Metrô Tucuruvi ficou estável (0%).

Do lado negativo, Pátio Cianê recuou 9%, em função de uma base de comparação elevada em abril de 2025. O Uberaba caiu 6%, influenciado pelas obras de expansão em curso, que tendem a pressionar temporariamente os indicadores operacionais até a conclusão do projeto.

A administração do veículo é exclusiva da Alqia, empresa do Grupo HSI, responsável por 97% da Área Bruta Locável (ABL) total do portfólio. A carteira reúne oito shoppings em cinco estados, somando 187,9 mil metros quadrados de ABL própria. No agregado, a ABL total é de 269.657 metros quadrados, com participação média do fundo de 70%.

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A ocupação média do portfólio está em 96,2%, com 1.340 lojas ativas e 14.126 vagas de estacionamento. Por composição de ABL, âncoras representam 66%, lojas satélites 25% e mega lojas 9%, indicando mix orientado ao fluxo gerado por grandes operadores e complementaridade de ofertas com pontos de venda especializados.

A receita do fundo é majoritariamente derivada de aluguel mínimo (62%). As demais fontes incluem estacionamento (19%), receitas de mall e mídia (14%) e aluguel percentual (5%). Essa diversificação contribui para previsibilidade de caixa por meio de contratos de aluguel, com componente adicional de receitas variáveis atreladas a vendas e ocupação dos ativos.

A alavancagem líquida está em 20,4%, conforme o informe de abril de 2026. O indicador ainda não reflete os pré-pagamentos vinculados ao desinvestimento do Shopping Pátio Maceió, operação que tende a reduzir o endividamento líquido após a efetivação dos pagamentos antecipados.

No mercado secundário, o aumento do volume médio diário para R$ 8,8 milhões em maio indica maior liquidez das cotas e aprofundamento da base de investidores. Em paralelo, a manutenção de proventos dentro do intervalo projetado pelo guidance reforça a previsibilidade da distribuição no curto prazo, condicionada ao desempenho dos ativos e às condições de mercado.

Com a repetição do provento de R$ 0,75 por cota e o ajuste do guidance anual, o cronograma de pagamentos segue definido. A data-base permanece como o principal marco para determinar o direito à parcela, e o calendário de crédito está confirmado para 7 de julho, conforme informado pela administração.

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