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ALZR11 divulga novos dividendos para junho; veja valores e quem recebe

ALZR11 divulga novos dividendos para junho; veja valores e quem recebe
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário ALZR11 comunicou uma nova distribuição de rendimentos. O valor será de R$ 0,08355 por cota, referente ao resultado do período. Farão jus ao pagamento os cotistas posicionados ao fim do pregão de 18 de junho de 2026, data-base definida pelo fundo.

O pagamento está previsto para 25 de junho de 2026, creditado diretamente na conta das corretoras dos investidores habilitados. A partir do pregão seguinte à data-base, as cotas serão negociadas na condição de “ex-dividendos”, ou seja, sem direito ao provento anunciado.

  • Valor do rendimento: R$ 0,08355 por cota; pagamento em 25/06/2026
  • Data-base: 18/06/2026; cotas “ex-dividendos” a partir do pregão seguinte
  • Preço de referência: R$ 10,31 (fechamento de maio)
  • Indicador: dividend yield mensal de 0,81%; anualizado de 9,72% (sem reinvestimento)
  • Simulação: R$ 50 mil -> 4.955 cotas; R$ 10.026,94 em 24 meses
  • Base de investidores: mais de 200 mil; vacância física e financeira zerada; prazo médio de 9,1 anos

ALZR11: pagamentos, datas e métricas de yield

Segundo o comunicado, o cronograma concentra os principais marcos do repasse. A data-base é 18/06/2026 e o pagamento ocorre em 25/06/2026. No pregão imediatamente posterior à data-base, as cotas passam a ser negociadas “ex-dividendos”, termo que indica a ausência de direito ao provento para novas compras a partir dessa sessão.

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Com base no preço de fechamento da cota em maio, de R$ 10,31, o rendimento de R$ 0,08355 por cota corresponde a um retorno mensal aproximado de 0,81%. Esse indicador, conhecido como dividend yield, relaciona o valor do provento ao preço de mercado da cota no período de referência.

Em termos anualizados, o patamar projetado é de cerca de 9,72% ao ano, desconsiderando o reinvestimento dos rendimentos. A métrica anualizada extrapola o retorno mensal para 12 meses, apenas como referência de comparação, sem garantia de manutenção do mesmo nível de distribuição.

ALZR11: simulação com R$ 50 mil em 24 meses

Uma simulação baseada nos indicadores atuais do fundo, conforme as ferramentas do Funds Explorer, estima quanto uma aplicação de R$ 50 mil poderia gerar em rendimentos ao longo de dois anos. Considerando a cotação próxima de R$ 10,09 por cota, o montante permitiria adquirir aproximadamente 4.955 cotas.

Tomando a média de dividendos dos últimos 12 meses, de R$ 0,08 por cota ao mês, o investidor teria potencial de receber R$ 10.026,94 em 24 meses, caso o patamar de distribuição fosse mantido. Na prática, o montante simulado de proventos equivale a cerca de 20% do capital inicialmente investido, sem incluir eventual valorização ou desvalorização das cotas no período.

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A simulação tem caráter ilustrativo e parte de premissas observadas em dados históricos recentes. Ela não considera custos, impostos, mudanças no preço de mercado ou alterações no nível de distribuição, que podem ocorrer e afetar os resultados. O desempenho projetado, ainda segundo os parâmetros da ferramenta, superaria o retorno estimado da poupança no mesmo intervalo, mantendo as condições atuais.

ALZR11 amplia base de cotistas e mantém vacância zerada

Além da recorrência na distribuição, o fundo registrou aumento na base de investidores. Ao final de abril, o ALZR11 superou a marca de 200 mil cotistas e passou a integrar o grupo dos maiores fundos imobiliários da B3 em número de investidores. O avanço foi de 1,7% frente ao mês anterior, com acréscimo superior a 3 mil novos cotistas no período.

Desde o desdobramento de cotas realizado em maio de 2025, aproximadamente 39 mil investidores foram incorporados à base, um crescimento de 25%. Segundo a gestora, o relatório gerencial indica que o fundo atravessa seu melhor momento histórico, combinando repasses recorrentes, portfólio mais diversificado e inquilinos classificados como de primeira linha.

A vacância física e financeira permanece zerada, o que significa que todos os imóveis ocupados geram receita de aluguel sem inadimplência reportada. O prazo médio dos contratos de locação, de 9,1 anos, contribui para a previsibilidade dos fluxos de caixa, reduzindo o risco de renegociação no curto prazo.

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