Com dividend yield de 12,03% em 12 meses e cotação em R$ 9,93, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) reportou lucro de R$ 20,2 milhões, aumento de liquidez das cotas e ingresso em índices globais acompanhados por investidores internacionais. Os dados mais recentes também embasam simulações de rendimentos a partir da média de distribuições dos últimos 12 meses.
Simulação da ferramenta do Funds Explorer indica quanto um aporte de R$ 10 mil poderia gerar em dividendos, mantendo-se o histórico recente de pagamentos. O DY do fundo supera as médias do segmento de imóveis industriais e logísticos e dos fundos imobiliários de tijolo considerados no comparador.
- Cotação: R$ 9,93; DY em 12 meses: 12,03%
- R$ 10 mil comprariam cerca de 1.007 cotas; renda média de R$ 100,70/mês
- Projeções: R$ 1.208 (12 meses), R$ 2.416 (24 meses) e acima de R$ 6 mil (5 anos)
- DY acima das médias setoriais: 10,71% (industrial/logístico) e 10,74% (tijolo)
- Comparativo com a poupança: R$ 3 mil por 12 meses chegam a R$ 3.180; no simulador do FII, R$ 3.666,49 (+15,30%)
- Lucro de R$ 20,2 milhões; volume recorde próximo de R$ 200 milhões em um pregão; ingresso em índices internacionais
Simulação no GGRC11: quanto rendem R$ 10 mil
Com a cotação de R$ 9,93 utilizada pela ferramenta, um investimento de R$ 10 mil permitiria a compra de aproximadamente 1.007 cotas. A simulação considera uma distribuição média de R$ 0,10 por cota ao mês, com base na série dos últimos 12 meses.
Nessas condições, o investidor receberia cerca de R$ 100,70 por mês. Mantida essa média, a projeção matemática indica aproximadamente R$ 1.208 em 12 meses e R$ 2.416 em 24 meses. Em cinco anos, o acumulado ultrapassaria R$ 6 mil.
Os valores simulados refletem a média histórica recente de distribuição e não são garantia de resultados futuros. O desempenho pode variar conforme fatores como desempenho operacional, vacância, renegociações contratuais, aquisições e vendas de ativos, além de decisões da gestão sobre distribuição de resultados.
Dividend yield do GGRC11 e comparação setorial
O DY acumulado em 12 meses é de 12,03%, segundo a ferramenta. Esse indicador mede quanto o fundo distribuiu em rendimentos no período em relação ao preço das cotas. A leitura ajuda a contextualizar o histórico de pagamentos, mas não assegura retornos futuros.
Na comparação setorial apresentada, o DY do fundo supera a média dos produtos de imóveis industriais e logísticos, de 10,71%, e a média dos fundos imobiliários de tijolo considerados, de 10,74%. Fundos de “tijolo” investem diretamente em imóveis físicos.
De acordo com os dados consultados, a média de distribuição mensal recente foi de R$ 0,10 por cota. Quando aplicada a uma quantidade estimada de 1.007 cotas após um aporte de R$ 10 mil, a renda média mensal simulada seria de R$ 100,70.
Liquidez, volume e índices internacionais do GGRC11
O fundo informou lucro de R$ 20,2 milhões e a inclusão em índices internacionais monitorados por investidores globais. Esses movimentos ampliam a visibilidade do produto no mercado.
Após iniciativas para elevar a liquidez, o fundo registrou o maior volume financeiro diário de sua história, próximo de R$ 200 milhões em um pregão. Maior liquidez tende a facilitar a negociação no mercado secundário, permitindo mais agilidade na compra e venda de cotas.
A ferramenta também comparou o desempenho simulado do fundo com a poupança. Em um cenário de aporte de R$ 3 mil por 12 meses, o montante final estimado para a poupança foi de R$ 3.180. Para o fundo, a simulação apontou R$ 3.666,49, resultado 15,30% superior, considerando tanto os rendimentos distribuídos pelo FII quanto a valorização patrimonial estimada pelo simulador.
Os cenários são apenas projeções baseadas em séries históricas e parâmetros da ferramenta. Resultados efetivos dependem de condições de mercado, gestão e indicadores operacionais, como vacância — a proporção de áreas desocupadas nos imóveis do portfólio.
O conjunto de dados apresentados contextualiza a evolução recente do fundo, incluindo DY, simulações de renda, ganho de liquidez e ingresso em índices seguidos globalmente. Embora forneçam referência para análise, os números não asseguram desempenho futuro, e as distribuições podem oscilar conforme as decisões de gestão e o ambiente de mercado.