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AZIN11 paga R$ 1,40 por cota e supera CDI com 175% de retorno

AZIN11 paga R$ 1,40 por cota e supera CDI com 175% de retorno
Foto: Suno/Banco

O fundo AZIN11 anunciou a distribuição de R$ 5,96 milhões em rendimentos referentes ao resultado de maio de 2026, o que representa R$ 1,40 por cota, com pagamento em 22 de junho. Considerando o preço de fechamento de maio, de R$ 99,69 por cota, o dividend yield mensal fica em torno de 1,40%, alinhado à estratégia de geração de caixa do portfólio. Os proventos seguem o tratamento tributário isento aplicável ao segmento.

Os cotistas com posição até a data-com de 15 de junho terão direito ao recebimento. Após essa data, as cotas passam a ser negociadas ex-direitos, sem participação na distribuição anunciada. A política de distribuição busca regularidade e previsibilidade de fluxo aos investidores, conforme práticas do mercado de infraestrutura.

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O AZIN11 mantém foco em crédito privado de infraestrutura, energia e concessões, com decisões pautadas por análise de risco e duration dos ativos. Em abril, a performance atingiu 107% do CDI, reforçando a resiliência da carteira em diferentes ciclos de mercado. Esse resultado decorre, em parte, da exposição a debêntures incentivadas e estruturas de garantia robustas.

Desde o início das operações, o fundo acumula retorno total de 175% do CDI, superando o referencial também no retorno sobre patrimônio líquido. A consistência reflete disciplina na originação e no acompanhamento dos créditos, além de alocação seletiva em projetos com receitas previsíveis. O objetivo permanece a preservação de capital com retorno ajustado ao risco.

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Entre as movimentações recentes, o AZIN11 investiu cerca de R$ 44 milhões em debêntures incentivadas, direcionando capital para transmissão de energia e concessões urbanas. A alocação de aproximadamente R$ 29 milhões na Rialma Energia SPE S.A. apoia uma linha de transmissão de 1.600 quilômetros entre Bahia e Minas Gerais, infraestrutura considerada estratégica para o sistema elétrico.

Adicionalmente, o fundo aportou cerca de R$ 15 milhões na Reserva Novos Parques Urbanos S.A., concessionária dos parques Villa-Lobos e Água Branca, em São Paulo. Os recursos financiarão investimentos previstos em contrato, sem registro de intercorrências de crédito no período. Em abril, 37% do patrimônio líquido permaneceu em caixa, preservando liquidez para novas oportunidades.

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