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IFIX sobe 0,88% e fecha aos 3.850 pontos; MXRF11 lidera volume

IFIX sobe 0,88% e fecha aos 3.850 pontos; MXRF11 lidera volume
Foto: Suno/Banco

O IFIX fechou a quarta-feira (20) em alta de 0,88%, aos 3.850,07 pontos, revertendo a abertura em 3.816,66 pontos e confirmando um pregão de recuperação para o mercado de fundos imobiliários. O avanço de 33,42 pontos reforçou o apetite por risco, mesmo com o índice ainda afastado de sua máxima de 52 semanas.

Ao longo da sessão, o indicador permaneceu no campo positivo e marcou máxima intradiária de 3.851,40 pontos. A mínima do dia coincidiu com a abertura, em 3.816,66 pontos, mostrando trajetória consistente de valorização sem perder o piso inicial.

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Entre os destaques de volume, o MXRF11 (Maxi Renda) dominou as negociações com R$ 1,47 milhão, seguido por CPTS11 (Capitania Securities II), com R$ 1,16 milhão, e GARE11 (Guardian Logística), com R$ 1,12 milhão. Essas movimentações ilustram o foco do investidor em ativos líquidos dentro do universo do índice de fundos imobiliários.

O MXRF11 encerrou o dia com ganho de 0,81%, sustentado por fluxo comprador. Na sequência, o CPTS11 avançou 2,55% e confirmou a boa dinâmica dos papéis de crédito. Já o GARE11 subiu 0,36%, sustentando o interesse no segmento logístico, favorecido por contratos de longo prazo e vacância controlada.

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Maiores altas do pregão ficaram com VRTM11, que valorizou 3,27% e fechou a R$ 7,26, e HSML11, com avanço de 3,11% para R$ 88,98. O desempenho sugere seletividade setorial, com investidores buscando assimetria em fundos multiestratégia e shoppings à medida que o ciclo de juros sinaliza estabilidade.

No campo negativo, o RBRL11 liderou as quedas ao recuar 2,03%, encerrando a R$ 82,28, enquanto o JSCR11 cedeu 2% e terminou a R$ 8,31. Apesar dos recuos pontuais, o fechamento do IFIX manteve o índice distante da máxima anual (3.944,38) e acima da mínima de 52 semanas (3.382,05), preservando tendência de curto prazo.

Resumo do pregão aponta liquidez concentrada em nomes de referência, avanço generalizado e leitura construtiva para o índice de fundos imobiliários, ainda que a resistência próxima à região de 3.900 pontos permaneça no radar dos investidores.

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