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VRTA11 e VRTM11 confirmam rendimentos com pagamento em março

VRTA11 e VRTM11 confirmam rendimentos com pagamento em março
Foto: Suno/Banco

O VRTA11 e o VRTM11 anunciaram a distribuição de rendimentos com data-base em 27 de fevereiro de 2026 e pagamento em 13 de março. O VRTA11 pagará R$ 0,85 por cota, o que representa um dividend yield mensal próximo de 1,07%. Já o VRTM11 distribuirá R$ 0,09 por cota, equivalente a cerca de 1,21% de rentabilidade no período, mantendo o apelo dos FIIs para investidores de renda.

Entre os atrativos do setor, destaca-se a isenção de Imposto de Renda sobre os rendimentos para pessoas físicas, reforçando o apelo dos fundos imobiliários como instrumento de renda passiva. Essa característica contribui para a estabilidade do fluxo de caixa dos cotistas e para a previsibilidade dos retornos mensais.

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Principais informações de pagamentos:

• VRTA11: R$ 0,85 por cota; dividend yield de 1,07%
• VRTM11: R$ 0,09 por cota; dividend yield de 1,21%
• Data-base: 27/02/2026
• Pagamento: 13/03/2026

O VRTA11 reportou lucro de R$ 9,6 milhões em janeiro, mantendo a estratégia em CRIs indexados à inflação e ao CDI. O fundo confirmou guidance de rendimentos entre R$ 0,80 e R$ 0,90 por cota no primeiro semestre de 2026, preservando a disciplina de alocação e a consistência do portfólio.

A gestão atribui a queda recente das cotações ao ambiente de juros mais altos, que pressionou o mercado secundário de FIIs de forma ampla. Com a cota a R$ 80,00 em janeiro, o dividend yield mensal atingiu 1,06%, o que equivale a aproximadamente 107% do CDI com gross up de 15%, sinalizando resiliência operacional.

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O fundo encerrou o mês com P/VP de 0,94x, indicando negociação com desconto frente ao valor patrimonial. Segundo a administração, a desvalorização abre janela de oportunidade em termos de retorno implícito, reforçando a tese de investimento para o médio prazo.

Em liquidez, o VRTA11 terminou janeiro com R$ 30,6 milhões em caixa (2,3% do PL), recursos destinados ao pagamento de dividendos e a novas operações do pipeline. A carteira de CRIs segue majoritariamente adimplente, com monitoramento contínuo dos ativos sob PDD, o que sustenta a qualidade de crédito.

Investimentos recentes incluíram R$ 1,7 milhão no CRI Guestier e R$ 5,2 milhões no CRI Residence Entreserras, ambos a IPCA + 12% a.a., além de R$ 11 milhões no CRI Fibra a CDI + 3% a.a. Essas aquisições priorizam rentabilidade superior e diversificação, alinhadas à estratégia do fundo.

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