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VGIR11 eleva lucro em 22,5% e paga R$ 0,13 por cota em jan/26

VGIR11 eleva lucro em 22,5% e paga R$ 0,13 por cota em jan/26
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário VGIR11 iniciou 2026 com desempenho robusto. Em janeiro, apurou lucro de R$ 19,644 milhões, avanço de 22,5% frente a dezembro, e distribuiu R$ 0,13 por cota, equivalente a rentabilidade líquida anualizada de CDI + 2,1%. A gestão manteve uma pequena reserva de aproximadamente R$ 0,01 por cota para cobertura de despesas, preservando o equilíbrio entre proventos e solidez operacional.

As receitas totais do mês somaram R$ 21,036 milhões, diante de despesas recorrentes de R$ 1,391 milhão. Esse resultado operacional sustentou a distribuição de rendimentos do VGIR11 de R$ 18,993 milhões. O fundo segue ampliando sua base de investidores, com mais de 260,1 mil cotistas, e registrou volume médio diário de R$ 5,1 milhões, indicador de liquidez consistente no mercado secundário.

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Nos últimos 12 meses, o FII VGIR11 entregou R$ 1,51 por cota, correspondente a CDI + 2,0% ao ano sobre a cota patrimonial. A política de investimentos segue focada em crédito imobiliário, com gestão ativa para capturar ganhos de capital e ajustar o risco das posições conforme o cenário de juros e spreads.

Alocação em CRIs e compras relevantes em janeiro

A carteira do fundo imobiliário VGIR11 está concentrada em CRIs, que representam 95,9% do patrimônio líquido, distribuídos em 57 operações que totalizam R$ 1,358 bilhão. Em janeiro, o fundo ampliou a exposição ao segmento com aquisições de R$ 87,9 milhões em três operações. O destaque foi o CRI Tecnisa 397S, que recebeu R$ 59,4 milhões a CDI + 4,25% ao ano. O CRI Toledo Ferrari somou R$ 6,0 milhões a CDI + 3,5% ao ano, enquanto o CRI Helbor 137E teve aporte adicional de R$ 22,5 milhões.

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Vendas, amortizações e gestão de liquidez

O fundo VGIR11 realizou vendas de R$ 118,3 milhões em CRIs, encerrando integralmente as posições nos CRI Scala Datacenter 1S e CRI Canto e Epitácio Sr., além de reduzir exposições em CRI Helbor 86E, CRI Gafisa FE 1S e CRI Matarazzo GFSA. As movimentações geraram ganhos de capital e otimizaram o perfil de risco-retorno da carteira, em linha com a estratégia ativa da gestão.

O VGIR11 recebeu R$ 26,6 milhões em amortizações ordinárias e extraordinárias, com destaque para a amortização parcial de R$ 16,5 milhões do CRI Helbor 7E1S. A parcela remanescente do patrimônio permaneceu em instrumentos de caixa, garantindo liquidez para novas alocações e sustentação da política de proventos.

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