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SNAG11 lucra R$ 5,7 milhões e avança na marca de 125 mil cotistas

SNAG11 lucra R$ 5,7 milhões e avança na marca de 125 mil cotistas
Foto: Suno/Banco

O Fiagro SNAG11 (SNAG11) distribuiu R$ 0,15 por cota em fevereiro, com resultado de R$ 5,77 milhões no mês. A gestão manteve a política de repasses acima do lucro mensal para reduzir reservas, que ficaram em R$ 0,12 por cota após a distribuição.

Em paralelo, o fundo avança na 5ª emissão, com preço de subscrição de R$ 10,50 por cota, para diversificar a carteira e ampliar a exposição a segmentos do agronegócio mais intensivos em tecnologia. A base de investidores alcançou 125 mil cotistas, após superar a marca de 123 mil.

  • Distribuição de R$ 0,15 por cota em fevereiro
  • Resultado mensal de R$ 5,77 milhões
  • Pagamento acima do lucro para reduzir reservas, hoje em R$ 0,12 por cota
  • 5ª emissão a R$ 10,50 por cota, com foco em diversificação
  • Base de 125 mil cotistas e aumento de volume no secundário
  • Em 2025, retorno total de 42,51% (CDI + 24,67%; 264,93% do CDI)
  • Cotas de R$ 9,01 para R$ 11,14 no período
  • Estrutura conservadora, alto nível de garantias e inadimplência controlada

SNAG11: resultados, distribuição e reservas

Em fevereiro, o fundo manteve a consistência na geração de renda ao distribuir R$ 0,15 por cota. O resultado reportado foi de R$ 5,77 milhões no período, refletindo a evolução do lucro acumulado da carteira.

Mesmo com desempenho robusto, a gestão preservou a estratégia de pagar valores acima do lucro mensal para reduzir o saldo de reservas. Após o repasse, as reservas ficaram em R$ 0,12 por cota, movimento que busca alinhar o fluxo de rendimentos à geração de caixa acumulada.

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Ao longo de 2025, o fundo reportou retorno total de 42,51%, considerando os dividendos. O desempenho equivale a CDI + 24,67% ou 264,93% do CDI, taxa referencial de juros usada como benchmark em renda fixa. A performance foi acompanhada pela valorização das cotas, que passaram de R$ 9,01 para R$ 11,14 no período.

Segundo a gestão, a manutenção da qualidade de crédito decorre de uma estrutura conservadora e de elevado nível de garantias. A carteira apresentou redução de concentração em determinados devedores e maior diversificação, o que contribuiu para manter a inadimplência sob controle, mesmo com eventos adversos no setor.

A combinação de resultados recorrentes, redução de reservas e fortalecimento de garantias sustenta a política de rendimentos do fundo, sem recomendação de investimento. A gestão indica que a diversificação seguirá como eixo principal após a nova captação.

SNAG11: emissão de cotas e base de investidores

A 5ª emissão de cotas foi precificada a R$ 10,50 e tem como objetivo ampliar a diversificação setorial e geográfica da carteira. A diretriz inclui aumentar a exposição a segmentos mais intensivos em tecnologia no campo, reforçando o perfil de crédito e a seleção de lastros.

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A operação ocorre após a ampliação da base de investidores. O fundo superou 123 mil cotistas e, mais recentemente, atingiu 125 mil. O avanço tem correlação com a maior presença no mercado secundário e com a agenda de captação em andamento.

No último mês, o fundo registrou volume negociado superior a R$ 10 milhões em um único dia, o maior desde a listagem. Esse dado sinaliza maior liquidez no secundário e interesse do mercado por crédito ligado ao agronegócio.

A valorização das cotas, de R$ 9,01 para R$ 11,14 em 2025, ocorreu em paralelo ao pagamento de proventos, que, no agregado, compuseram o retorno observado no ano. No material divulgado, a gestão ressalta a relevância do nível de garantias e das políticas de risco para manter os indicadores de crédito sob parâmetros conservadores.

Com a nova captação, a expectativa é manter resultados consistentes por meio de maior pulverização de devedores e aprimoramento do mix de operações. O plano inclui preservar métricas de cobertura e inadimplência dentro de limites definidos pela política de investimentos, respeitando a governança do veículo.

O fundo reforça que a distribuição de R$ 0,15 em fevereiro está alinhada à evolução do lucro acumulado e ao objetivo de normalizar o nível de reservas. A continuidade dessa abordagem dependerá do desempenho operacional da carteira e das condições de mercado.

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