O fundo imobiliário RBRX11 confirmou a distribuição de R$ 0,09 por cota referente a janeiro de 2026, com data-base em 15 de janeiro e pagamento previsto para 23 de janeiro. Considerando o fechamento da cota a R$ 8,35, o dividend yield mensal estimado é de 1,08%, reforçando a consistência no repasse de rendimentos aos cotistas.
Além do retorno, os proventos seguem isentos de Imposto de Renda para pessoa física, conforme a legislação vigente para fundos imobiliários. Essa característica melhora o retorno líquido do investidor e amplia a atratividade do RBRX11 em cenários de juros elevados.
Principais dados da distribuição: data-base em 15/01/2026, pagamento em 23/01/2026, valor de R$ 0,09 por cota e dividend yield mensal de 1,08%, com isenção para pessoa física. O guidance da gestão indica manutenção do dividendo em R$ 0,09 por cota ao longo de 2025, sujeito às condições de mercado.
Em novembro, o fundo reportou resultado de R$ 12,9 milhões e anunciou R$ 0,09 por cota em dividendos, equivalente a um yield anualizado de 14,7%. Os rendimentos foram pagos em 22 de dezembro aos cotistas posicionados em 12 de dezembro, e o período encerrou com reserva de R$ 0,003 por cota. Esse histórico contribui para a previsibilidade de fluxo.
A gestão tem reduzido gradualmente a exposição ao TEPP11, movimento associado à consolidação do antigo RBRF11 no RBRX11 e à captura de valorização do ativo. Em paralelo, aumenta a alocação em crédito, estratégia voltada a melhorar o dividendo recorrente e a relação risco-retorno por meio de ativos com garantias robustas.
No crédito, destacam-se a alocação de R$ 20 milhões no CRI Embraed Alaia, a CDI + 4,0% ao ano, com garantias como alienação fiduciária, cessão de recebíveis, aval e covenants (LTV de 65%), e cerca de R$ 130 milhões em CRI High Grade a CDI + 1,6%, atrelado a um FII logístico relevante. Essas operações priorizam remuneração atrelada ao CDI e solidez de estrutura.
Nas operações estruturadas, avançou a venda de uma unidade do empreendimento Kalea Jardins, ativo de alto padrão que integra a tese de “curva J”. A estratégia combina desembolso inicial com potencial de retorno superior ao de CRIs após a maturação, sustentando o foco em proventos mensais e no fortalecimento do FFO.