FIIs

BTCI11 avança 28,6% em janeiro e eleva dividendos com CRIs

BTCI11 avança 28,6% em janeiro e eleva dividendos com CRIs
Foto: Suno/Banco

O BTCI11 reportou resultado líquido de R$ 8,989 milhões em janeiro de 2026, alta de 28,6% frente a dezembro (R$ 6,99 milhões). O fundo distribuiu dividendo de R$ 0,093 por cota em 13 de fevereiro, mantendo consistência com sua política de rendimentos e o foco em CRIs de alta qualidade.

Para sustentar o crescimento, a gestão reforçou a diversificação e executou aquisições no primário e secundário, além de operações táticas de carrego. Essas iniciativas ajudaram a otimizar a aplicação de caixa e reduzir a ociosidade, elevando a eficiência da carteira. A estratégia se apoia em governança de risco e seleção criteriosa de emissores e garantias.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Em janeiro, as receitas totais somaram R$ 9,837 milhões, com predominância de CRIs (R$ 8,272 milhões). A carteira de FIIs adicionou R$ 1,366 milhão, enquanto os ativos de caixa contribuíram com R$ 199 mil. O dividend yield mensal foi de 1,04%, refletindo a capacidade do BTCI11 de converter resultado recorrente em proventos. O patrimônio líquido atingiu R$ 1,01 bilhão e o valor de mercado ficou em R$ 931,5 milhões, com cota patrimonial de R$ 10,12 frente à cotação de R$ 9,36.

A alocação consolidada encerrada em janeiro indicou 83,2% do PL investidos em 28 operações, priorizando CRIs ligados à aquisição de imóveis e recebíveis imobiliários. Essa postura visa diversificação setorial e regional, alongamento de duration e mitigação de riscos de crédito, liquidez e mercado.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

Durante o mês, o fundo imobiliário BTCI11 adquiriu o CRI Direcional Carteira no primário, remunerado a IPCA + 9,065% e lastreado em contratos de compra e venda cedidos pela Direcional. A estrutura conta com subordinação de 15% e fundo de reserva de R$ 5 milhões, além de obrigação de recompra de créditos inadimplentes até o Habite-se e covenant de cobertura mínima do saldo devedor igual a 1, reforçando a qualidade das garantias.

A carteira também passou a incluir o CRI MRV FLEX, comprado no secundário, lastreado em recebíveis pulverizados da venda de unidades do Grupo MRV. A operação apresenta subordinação de 20% e LTV de 56%, complementando o perfil de risco-retorno dos ativos e espalhando exposição entre emissores e segmentos.

A equipe de risco avalia previamente todas as operações táticas, controlando concentração por instituição. O mandato do BTCI11 privilegia CRIs de aquisição, recebíveis imobiliários e crédito corporativo, com retornos indexados ao IPCA+ para proteção inflacionária. As táticas de carrego impulsionaram a rentabilidade do caixa enquanto novas teses de longo prazo são mapeadas.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também