FIIs

PSEC11 acelera CRIs e eleva reserva com resultado de abril

PSEC11 acelera CRIs e eleva reserva com resultado de abril
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário PSEC11 reportou em abril resultado distribuível de R$ 12,772 milhões, sustentado por receitas de R$ 7,769 milhões e despesas de R$ 987 mil. Por cota, o resultado distribuível foi de PSEC11 R$ 0,69, enquanto a distribuição se manteve em R$ 0,55. A reserva acumulada avançou de R$ 0,03 para R$ 0,18 por cota, reforçando o colchão para pagamentos futuros e a previsibilidade do fluxo.

Em linha com o plano de reposicionamento, o PSEC11 ampliou a exposição a CRIs diretos e reduziu FIIs listados. Em abril, foram alocados R$ 76 milhões em sete novas operações, o equivalente a 5,5% do patrimônio líquido. As taxas médias das operações ficaram em IPCA + 10,5% ao ano e CDI + 5,0% ao ano, patamares considerados atrativos pela gestão.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Entre as novas posições, destacaram-se os CRIs MOS Jardins Pinheiros II e MOS Jardins Pinheiros (indexados ao CDI), além de Cabreúva, Cone Refri, CB I Meza, Windsock e Plano Plano, com cupons variando entre IPCA + 8,7% e IPCA + 14,4%. A taxa média consolidada das alocações foi de IPCA + 10,6% e CDI + 5,0%, suportando maior carrego recorrente na carteira do PSEC11.

No segmento de FIIs, o fundo manteve o processo de simplificação, reduzindo em 2,8% do patrimônio líquido as posições listadas, sem impacto relevante no resultado. A carteira ainda somava 79 FIIs ao fim de abril, com meta de convergir para 40 a 50 posições até dezembro, favorecendo eficiência operacional e foco nos ativos-alvo.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

Com a estratégia em andamento, os CRIs passaram a representar 21,4% do ativo do PSEC11, contribuindo com R$ 0,23 por cota em juros e correção monetária no mês. A distribuição do portfólio ficou em 40% FIIs líquidos, 34% FIIs via private placement, 21% CRIs e 5,1% em caixa e equivalentes, levando a exposição a ativos-alvo a 94,9%.

A concentração setorial do PSEC11 mostrava fundos de CRI com 24,6% e CRIs diretos com 22,6%, além de 22,7% em outros segmentos. As lajes corporativas tinham 9,9% de participação, enquanto o restante se dividia entre logística, renda urbana, shoppings e FoFs, compondo uma base diversificada para geração de renda.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também