O fundo imobiliário MAXR11 encerrou novembro com resultado líquido de R$ 325,1 mil, avanço de 22,4% sobre outubro, quando lucrou R$ 265,56 mil. O desempenho reforça a recuperação operacional e sustenta a distribuição de dividendos de R$ 0,19 por cota, alinhada à geração de caixa do portfólio. A base de mais de 4 mil investidores e o patrimônio líquido de R$ 115,068 milhões dão lastro à estratégia do FII.
As propriedades para investimento responderam por R$ 288,6 mil do resultado, enquanto os demais ativos financeiros contribuíram com R$ 47,77 mil. As despesas operacionais somaram R$ 108,2 mil no período, mantendo controle de custos compatível com o estágio atual do fundo e o nível de ocupação.
O valor patrimonial por cota é de R$ 102,22, considerando as 1.125.655 cotas emitidas. Entre os principais indicadores, destacam-se o crescimento mensal de 22,4%, o dividendo por cota de R$ 0,19 e a consistência na geração de receitas imobiliárias.
A receita do fundo imobiliário apresenta forte concentração em lojas de departamentos, com 93,10% do faturamento. As lojas de importados representam 3,78% e o segmento de alimentação, 3,12%. Essa alocação setorial define o perfil de risco-retorno e influencia a previsibilidade de fluxos.
Geograficamente, Manaus lidera com 31,09% das receitas, seguida de Brasília (24,89%) e Belém (13,79%). Vitória contribui com 12,72%, Maceió com 9,14% e Taguatinga com 8,37%. João Pessoa não registrou participação na competência analisada, refletindo dinâmica local de ocupação.
O portfólio do fundo MAXR11 é composto por imóveis comerciais em centros urbanos estratégicos. A maior ABL está em João Pessoa (10.532 m²), seguida por Taguatinga (8.799 m²), Belém (8.741 m²) e Manaus (8.305 m²). Vitória, Maceió e Brasília somam 8.080 m², 7.244 m² e 3.618,19 m², respectivamente.
A taxa de ocupação, incluindo áreas em comodato, está em 74,19%, refletindo potencial de incremento de receita por meio de novas locações. Os ativos situam-se em grandes centros comerciais, shopping centers e avenidas de alto fluxo, com contratos vencendo em 2029 e possibilidade de venda, locação, arrendamento ou exploração de superfície, ampliando a flexibilidade do MAXR11.