O IFIX avançou 0,36% na sexta-feira (20), encerrando a sessão em 3.868,93 pontos, um ganho de 13,99 pontos frente ao fechamento anterior (3.854,94). A abertura ocorreu no mesmo nível da mínima do dia, refletindo início cauteloso antes da recuperação intradiária. Ao longo do pregão, o índice alternou leves realizações e retomadas acima e abaixo dos 3.860 pontos, em linha com o comportamento típico de consolidação perto de topos recentes.
Na variação do dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre 3.854,94 e 3.869,31 pontos, exatamente a faixa que delimita a mínima e a máxima do pregão. Essa amplitude estreita sugere liquidez estável e equilíbrio entre compradores e vendedores, sem catalisadores externos relevantes no período.
Com o fechamento, o IFIX ficou colado à máxima de 52 semanas, registrada em 3.869,31 pontos. O movimento reforça a percepção de força compradora e deixa o índice tecnicamente bem posicionado para eventuais rompimentos, caso o fluxo permaneça favorável nos próximos pregões.
Destaques do pregão e trajetória semanal
Entre as maiores altas, o VGIP11 (Valora CRI Índice de Preço) subiu 3,46%, fechando a R$ 80,80, e liderou os ganhos do dia. Em seguida, o BROF11 (BRPR Corporate Offices) avançou 2,45%, para R$ 61,40, sustentando o bom momento de ativos atrelados ao segmento corporativo. No campo negativo, o GZIT11 (Gazit Malls FII) recuou 0,82%, a R$ 49,54, enquanto o TRBL11 (Tellus Rio Bravo Logística) cedeu 0,78%, encerrando a R$ 77,59.
Na base semanal, o índice de fundos imobiliários acumulou alta de 0,42%, saindo de 3.852,65 para 3.868,93 pontos, uma variação de 16,28 pontos. O resultado consolida a recuperação recente da classe de ativos e indica melhora gradual do apetite ao risco, com rotação de lideranças entre setores como corporativo, logística e shoppings.
A proximidade da máxima de 52 semanas mantém o IFIX em trajetória ascendente, com suporte em patamares próximos de 3.860 pontos. O desempenho consistente, aliado a ganhos moderados e difusos, sinaliza resiliência do mercado de fundos imobiliários mesmo em sessões de volatilidade contida.
Ao final do pregão, o IFIX reforçou o viés positivo no curto prazo, com investidores atentos à manutenção do fluxo e à possibilidade de novos testes da resistência histórica. A evolução recente respalda a leitura de força estrutural, ainda que sujeitos a oscilações pontuais por realização.