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FII SNCI11 anuncia dividendos com yield de 1,16%; veja valor e quem recebe

FII SNCI11 anuncia dividendos com yield de 1,16%; veja valor e quem recebe
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário SNCI11 anunciou a distribuição de R$ 1,00 por cota em dividendos relativos ao resultado de junho de 2026. O pagamento ocorrerá em 24 de julho, para investidores posicionados ao fim do pregão de 15 de julho, data de corte definida pela gestora.

Com base no preço de fechamento de R$ 86,00 em 30 de junho, o rendimento equivale a um dividend yield mensal de 1,16%. Segundo o relatório, os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que se enquadram nos requisitos legais.

  • Valor: R$ 1,00 por cota, referente a junho de 2026
  • Data-com: 15 de julho; pagamento: 24 de julho
  • Rendimento: dividend yield mensal de 1,16% sobre R$ 86,00 (30/6)
  • Tributação: proventos isentos de IR para pessoas físicas, conforme legislação
  • Guidance: manutenção da distribuição entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota no 3º tri/2026
  • Carteira: compras de CRIs em maio, incluindo Mahalo (R$ 5 milhões), Ceratti Magna, Bit Barueri, Copagril e LocPay
  • Spread consolidado: 3,10% ao fim de maio
  • Estrutura de capital: alavancagem líquida negativa de 9,6% do patrimônio líquido
  • Desempenho: rentabilidade ajustada de -1,64% em maio; seis meses em 16,48% vs. IFIX 5,93%

Detalhes do SNCI11: dividendos e datas

O FII informou que a distribuição se refere aos resultados operacionais auferidos em junho. Terão direito ao pagamento os cotistas com posição ao fim do pregão de 15 de julho. A partir do dia útil seguinte, as cotas passam a ser negociadas “ex-direitos”.

A relação entre o valor por cota distribuído e o preço de R$ 86,00 em 30 de junho resulta em rendimento de 1,16% no mês. O cálculo do yield é indicativo e considera exclusivamente o preço de fechamento da data-base mencionada.

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Os proventos são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos critérios previstos na legislação específica para fundos imobiliários listados. A isenção não altera o valor de distribuição, apenas a tributação no recebimento pelo investidor elegível.

Carteira de crédito e spread do SNCI11

Em maio, a gestora manteve a estratégia de expansão da carteira de crédito. Entre as operações, destacou a aquisição de R$ 5 milhões do CRI Mahalo, voltado ao financiamento de empreendimento residencial em Vila Velha (ES). Também foram realizadas compras de CRIs como Ceratti Magna, Bit Barueri, Copagril e LocPay.

O relatório informa que o spread consolidado da carteira encerrou maio em 3,10%. O spread representa o prêmio de taxa, acima do indexador de referência, obtido pelo fundo nas operações de CRI. Segundo a gestão, o nível permanece saudável, embora abaixo dos patamares observados no segundo semestre de 2025.

A seleção das operações, conforme descrito, mantém a carteira diversificada por emissores e segmentos, com foco em risco de crédito e garantias, alinhados à política de investimento do FII.

Estrutura de capital e desempenho

A estrutura de capital do fundo terminou o período com alavancagem líquida negativa de 9,6% do patrimônio líquido. Na prática, isso indica posição credora líquida, ao contrário de fundos que usam endividamento para potencializar retornos.

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Em maio, a rentabilidade ajustada foi de -1,64%, movimento próximo ao do IFIX, que recuou -1,33% no mesmo mês. A série de seis meses, porém, mostra retorno ajustado acumulado de 16,48%, superando os principais referenciais: IFIX (5,93%), IFIX Papel (7,89%) e a média de fundos comparáveis (9,41%).

Esses dados refletem, no período, o carregamento do portfólio de crédito, a dinâmica de spreads e a variação de preços de mercado dos ativos da carteira.

Guidance para o 3º trimestre de 2026

A gestão reafirmou a expectativa de manter a distribuição entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota ao longo do terceiro trimestre de 2026. O guidance considera o resultado projetado da carteira de crédito e as condições de mercado, conforme informado no relatório.

A manutenção do intervalo projetado indica previsibilidade da geração de caixa operacional do FII no curto prazo, sujeita a eventuais variações no fluxo de recebimento dos CRIs, no custo de carrego e nas taxas praticadas no mercado de crédito imobiliário.

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