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Carteira de ETFs bate CDI com alta de 6,11% em janeiro

Carteira de ETFs bate CDI com alta de 6,11% em janeiro
Investir em ETFs. Foto: Freepik

A Genial reportou desempenho positivo em suas carteiras de ETFs em janeiro de 2026, apesar do ambiente de juros elevados e da busca por diversificação entre investidores. A Carteira ETF Macro se destacou com alta de 6,11% no mês, superando com folga o CDI, que avançou 1,11% no período. O resultado reforça a disciplina tática da gestora e a seleção criteriosa de ativos.

O bom desempenho da Macro reflete a eficácia de uma estratégia balanceada, combinando risco e proteção. Para fevereiro, a Genial mantém postura equilibrada entre ativos locais e internacionais, com alocação de 20% em cada ETF escolhido, preservando a simetria de exposição e controle de volatilidade.

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A Carteira RF+ adotou perfil conservador, priorizando preservação de capital e liquidez. Registrou rentabilidade de 1,33% em janeiro, novamente acima do CDI, e segue com a mesma composição em fevereiro, com ajustes pontuais de peso para otimização de risco-retorno. Entre as classes usadas, crédito pós-fixado e renda fixa atrelada ao CDI seguem centrais na tese.

Na Macro, a recomendação inclui exposição diversificada a crédito pós-fixado, infraestrutura digital, small caps, a combinação de mercado americano com renda fixa brasileira e commodities estratégicas. Essa abordagem busca capturar prêmios de risco distintos e correlações complementares, mitigando dependência de um único fator de mercado. Entre as secundárias, destaque para termos como infraestrutura digital e small caps, pilares da tese.

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A Carteira CriptoFIX enfrentou maior volatilidade no início de 2026 e caiu 1% em janeiro, em contraste com o CDI. Em fevereiro, simplificou a estrutura: 80% passou a ser alocado em LFTS11, um ETF atrelado a títulos públicos pós-fixados, reforçando o viés defensivo. Além disso, houve saída dos ETFs de Bitcoin e momentum e entrada do ETF vinculado ao Nasdaq Crypto Index, visando diversificação intra-setor.

A Carteira Cripto++ recuou 5,42% em janeiro, mas manteve os mesmos ativos, apenas ajustando pesos. A nova composição privilegia GBTC11 e HASH11 (40% cada), com alocações menores em BITH11 e FOMO11 (10% cada). O portfólio segue direcionado a investidores de longo prazo com maior tolerância a oscilações. Em suma, os ETFs continuam como instrumento eficiente de diversificação, combinando custo competitivo e acesso amplo a diferentes mercados.

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