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RECT11 define nova distribuição com yield de 1,39%

RECT11 define nova distribuição com yield de 1,39%
CDBs. Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário RECT11 (RECT11) aprovou a distribuição de R$ 0,45 por cota relativa aos resultados de agosto de 2026. Os pagamentos serão efetuados em 15 de setembro, a investidores posicionados ao fim do pregão de 8 de setembro de 2026, data de corte definida pelo fundo.

Considerando a cotação de R$ 32,28 ao período de referência, os valores equivalem a um dividend yield mensal aproximado de 1,39%. Um titular de 100 cotas na data de corte receberá R$ 45,00; uma posição de 1.000 cotas, R$ 450,00. Esses dados se somam às atualizações operacionais que podem influenciar a ocupação e o caixa do fundo.

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  • Distribuição: R$ 0,45 por cota, referente a agosto de 2026.
  • Data de corte: 8 de setembro de 2026; pagamento em 15 de setembro.
  • Cotação considerada: R$ 32,28; yield mensal estimado: 1,39%.
  • Exemplos: 100 cotas = R$ 45,00; 1.000 cotas = R$ 450,00.
  • Portfólio: 84,7 mil m² de ABL, em sete imóveis corporativos.
  • Ocupação: 92,8%; vacância: 7,2%; cinco ativos com ocupação total ou ≥94% (inclui ocupação temporária no Evolution Corporate).
  • Renovação: Hapag Lloyd no Parque Ana Costa (Torre B, 14º e 15º andares), 1.655,20 m², por 5 anos, com vigência a partir de 22 de agosto de 2026.
  • Devolução: Banco Digio notificou intenção de desocupar quatro conjuntos do 7º andar do Evolution Corporate, em Alphaville (1.675,44 m²), informada em fato relevante de 20 de agosto.
  • Venda desfeita: em 4 de setembro, foi cancelada a alienação do imóvel da Av. Europa, 884 (São Paulo), de 1.962,60 m²; o ativo segue no portfólio e permanece locado.
  • Projeção: vacância pode alcançar 11,40% com a reversão da venda e as devoluções em andamento.
  • Composição ao fim de agosto: imóveis = 86,1% dos ativos; valores a receber de vendas = 12%.
  • Passivos: obrigações por aquisições somavam R$ 141,8 milhões (Barra da Tijuca Corporate e Evolution Corporate); o financiamento do primeiro retornou ao fluxo regular pela Tabela Price no mês.

Impacto das locações nos dividendos do RECT11

Os pagamentos de R$ 0,45 por cota se referem ao desempenho de agosto de 2026. Os dividendos do RECT11 consideram a base de cotistas ao fim do pregão de 8 de setembro e serão creditados em 15 de setembro, conforme cronograma do fundo.

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No operacional, o RECT11 encerrou agosto com ABL de 84,7 mil m² distribuídos por sete ativos. A taxa de ocupação ficou em 92,8%, ante 7,2% de áreas vagas. Cinco imóveis registraram ocupação integral ou acima de 94%, incluindo a ocupação temporária no Evolution Corporate.

Entre as movimentações, o fundo renovou por cinco anos o contrato da Hapag Lloyd no Parque Ana Costa, em Santos. O acordo abrange o 14º e o 15º pavimentos da Torre B, com área total de 1.655,20 m², e nova vigência iniciada em 22 de agosto de 2026. Esse avanço contribui para estabilidade em receita contratada nesse ativo.

Em contrapartida, o Banco Digio comunicou intenção de devolver quatro conjuntos do 7º andar do Evolution Corporate, em Alphaville, totalizando 1.675,44 m². A gestora revelou o pedido em fato relevante de 20 de agosto. Devoluções dessa magnitude podem pressionar a taxa de ocupação do portfólio e exigem gestão ativa de recomercialização.

A administração reportou que, considerando a recomposição do portfólio após o desfazimento de venda e a efetivação das devoluções notificadas, a vacância do RECT11 poderá chegar a 11,40%. Esse indicador mede a proporção de áreas desocupadas em relação ao total de ABL.

Gestão de portfólio e efeitos nos dividendos do RECT11

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O relatório também trouxe evento subsequente: em 4 de setembro, foi desfeita a venda do imóvel na Avenida Europa, 884, em São Paulo, após descumprimento contratual pelo comprador. O ativo, de 1.962,60 m², permanece no portfólio e segue locado, preservando receitas de locação vinculadas a esse imóvel.

Em paralelo, a estratégia de alienação de ativos continua focada em administrar passivos, com venda de propriedades a preços alinhados aos laudos de avaliação de dezembro de 2025. Até as informações mais recentes, o fundo reportou operações relacionadas a Parque Ana Costa, Canopus Corporate e Torre Rio Claro na Cidade Matarazzo.

Ao fim de agosto, imóveis representavam 86,1% dos ativos do fundo, enquanto valores a receber por vendas somavam 12%. As obrigações por aquisições totalizavam R$ 141,8 milhões, vinculadas ao Barra da Tijuca Corporate e ao Evolution Corporate. A partir de agosto, o financiamento do Barra da Tijuca Corporate retornou ao fluxo regular pela Tabela Price, sistema de amortização com parcelas iguais ao longo do tempo.

Em síntese, a combinação de renovação contratual relevante, notificações de devolução e reversão de venda ajusta o quadro de ocupação e o cronograma de recebimentos. Esses fatores operacionais e financeiros tendem a orientar a gestão patrimonial e o perfil de caixa do fundo nas próximas competências, preservando a disciplina em vendas e no tratamento dos passivos.

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