O IFIX encerrou a quarta-feira (13) em queda de 0,80%, aos 3.834,34 pontos, acumulando perda de 30,90 pontos em relação ao fechamento anterior. O desempenho acompanhou o humor mais cauteloso do mercado doméstico, que operou em terreno negativo durante toda a sessão.
Na abertura, o índice marcou 3.865,22 pontos, praticamente alinhado ao fechamento prévio de 3.865,24. Ao longo do dia, oscilou entre a máxima de 3.869,31 e a mínima de 3.834,34, patamar em que confirmou o encerramento.
Em 12 meses, o índice de fundos imobiliários segue distante da máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos, enquanto a mínima desse período permanece em 3.382,05. O quadro indica tração limitada para rompimentos, em meio a um cenário de aversão a risco.
Destaque do dia, o TOPP11 liderou as altas com valorização de 1,58%, fechando a R$ 65,02. No campo negativo, o BPML11 registrou a maior queda, de 4,52%, terminando a R$ 88,70. O CACR11 também figurou entre as principais baixas, caindo 3,89%, a R$ 37,02.
Entre os mais negociados, o GARE11 concentrou o maior volume, com R$ 2,82 milhões, e recuo de 0,24%. Na sequência, o CPTS11 movimentou R$ 1,71 milhão, em baixa de 0,26%, enquanto o MXRF11 somou R$ 1,46 milhão e caiu 0,91%.
O ranking de liquidez ainda contou com o VGIR11, que registrou volume de R$ 917,48 mil e queda de 0,81%, e o VGHF11, que moveu R$ 790,41 mil e recuou 2,41%. O fluxo reforça a seletividade dos investidores em meio à volatilidade recente.
Apesar da pressão vendedora, o IFIX manteve suporte próximo aos 3.830 pontos, sugerindo que movimentos de ajuste podem seguir condicionados ao noticiário macro e à percepção de risco local. A sessão espelhou a tendência dos mercados brasileiros, com maior cautela e liquidez concentrada nos principais FIIs.