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SNFZ11 mantém R$ 0,10 por cota e chega a 12 mil investidores

SNFZ11 mantém R$ 0,10 por cota e chega a 12 mil investidores
Imagem gerada por IA

O Fiagro de Tijolo SNFZ11 confirmou a manutenção do provento de R$ 0,10 por cota para abril de 2025, marcando o 15º mês consecutivo de distribuição nesse patamar. A data-base foi definida para 15 de abril e o pagamento ocorrerá em 24 de abril, com isenção de Imposto de Renda para pessoa física. Além disso, o fundo registrou crescimento de 48% na base de cotistas no ano, alcançando 12 mil investidores.

Com a cotação próxima a R$ 9,74, o provento implica um dividend yield mensal estimado em 1,03%, o que corresponde a aproximadamente 12,55% ao ano. No mercado secundário, o SNFZ11 negocia em torno de 0,98 vez o valor patrimonial, sugerindo leve desconto frente ao valor patrimonial por cota de R$ 9,86.

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Principais dados dos proventos: valor de R$ 0,10 por cota; data-base em 15 de abril; pagamento em 24 de abril; yield mensal de 1,03%; yield anual estimado de 12,55%. Esses indicadores reforçam a consistência da política de distribuição do fundo e a atratividade relativa do fluxo mensal de caixa para o investidor.

Estratégia agrícola do SNFZ11 e início do milho safrinha

Com a colheita da safra de soja 2025/26 finalizada nas três propriedades em Gaúcha do Norte (MT), o fundo entra no ciclo do milho safrinha. As fazendas operam em sistema contínuo, com soja entre outubro e fevereiro e milho safrinha de fevereiro a maio, havendo possibilidade de uma terceira cultura no inverno, dependendo do clima. Essa dinâmica contribui para diluição de riscos operacionais e melhor utilização dos ativos.

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Dados do IMEA indicam que Mato Grosso deve cultivar cerca de 7,4 milhões de hectares de milho de segunda safra em 2025/26, com produção estimada em 51,72 milhões de toneladas, mantendo o estado como principal produtor nacional. A localização dos ativos dentro do cinturão agrícola é vista como fator estratégico para produtividade e valorização.

Levantamentos setoriais apontam que terras produtivas no Centro-Oeste valorizaram mais de 40% nos últimos 12 meses, enquanto áreas agrícolas de Mato Grosso acumulam alta superior a 350% em quinze anos. Esse cenário sustenta a tese de apreciação patrimonial ao longo do tempo.

Além das fazendas, o fundo mantém cerca de R$ 81 milhões em CRA, remunerados a CDI + 4%, oferecendo renda recorrente menos sujeita à sazonalidade agrícola. A combinação entre imóveis rurais e crédito estruturado sustenta a estratégia híbrida do SNFZ11, unindo geração mensal de caixa e potencial de valorização no longo prazo.

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