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Nove fundos imobiliários pagam proventos; KNCR11 lidera o dia

Nove fundos imobiliários pagam proventos; KNCR11 lidera o dia
Imagem gerada por IA

Nove fundos imobiliários realizam distribuição de proventos nesta quinta-feira (12), com destaque para KNCR11 e KNSC11. O KNCR11 paga R$ 1,00 por cota, enquanto o KNSC11 repassa R$ 0,08 por cota, seguindo o calendário de fevereiro. As diferenças nos valores refletem estratégias, composição de carteira e momentos distintos de cada FII.

Pela legislação, os fundos imobiliários devem distribuir ao menos 95% do resultado em regime de caixa, semestralmente. Na prática, a maioria dos FIIs adota repasses mensais, buscando previsibilidade de renda para o cotista. Os proventos caem automaticamente na conta da corretora e, para pessoa física, são isentos de IR quando atendidos os requisitos legais.

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Entre os destaques do dia, o KNCR11, fundo de papel administrado pela Intrag e criado em 2012, lidera com R$ 1,00 por cota, DY mensal de 0,96% e 13,98% em 12 meses. Já o KNSC11, também de papel, paga R$ 0,08 por cota, com DY mensal de 0,91% e 12,90% no acumulado anual. O RPRI11 repassa R$ 0,86 por cota, com DY de 1,01% no mês e 14,53% em 12 meses.

Outros FIIs complementam a lista: KCRE11 distribuirá R$ 0,08 por cota (DY de 0,91% no mês e 13,26% em 12 meses); KNHY11 pagará R$ 0,90 (0,91% no mês e 13,88% no ano); KNIP11 repassará R$ 0,65 (0,72% no mês e 10,69% em 12 meses); VCJR11 oferecerá R$ 0,61 (0,77% no mês e 15,08% no ano); e ZAVI11 pagará R$ 0,11 (1,15% no mês e 14,00% em 12 meses).

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Características de risco e retorno variam entre setores e estratégias, pois FIIs são ativos de renda variável. Assim, cotas oscilam e os rendimentos dependem da performance da carteira. Analistas da SUNO Research recomendam construir reserva de emergência e evitar endividamento antes de investir, boas práticas que ajudam a atravessar ciclos.

A diversificação segue central na montagem de uma carteira de fundos imobiliários equilibrada. Cada FII possui mandato, gestão, taxa e riscos específicos que merecem avaliação individual. Alinhar prazo, objetivos e tolerância ao risco aumenta a chance de resultados consistentes no longo prazo com os proventos dos FIIs.

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