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RECT11 eleva resultado e mantém distribuição de R$ 0,45

RECT11 eleva resultado e mantém distribuição de R$ 0,45
Imagem gerada por IA

O RECT11 reportou resultado operacional de R$ 3,517 milhões em fevereiro de 2026, acima dos R$ 2,288 milhões de janeiro, sustentado por receita operacional de R$ 4,567 milhões vinda das propriedades do portfólio. A solidez do fluxo reforça a capacidade de sustentar proventos em linha com a política do fundo, mesmo em meio a um ciclo seletivo de desinvestimentos e reposicionamento de ativos.

Com base nesse desempenho, a gestão anunciou distribuição de R$ 0,45 por cota, com pagamento em 13 de março de 2026, totalizando R$ 3,844 milhões. O montante reflete disciplina na alocação de caixa e priorização de liquidez, mantendo previsibilidade para os investidores do RECT11.

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No mês, o rendimento correspondeu a 1,13% sobre a cotação de fechamento de R$ 39,89 em fevereiro. Considerando o patamar atualizado de retorno, o dividend yield anualizado atinge 13,54%, indicador que posiciona o fundo de forma competitiva frente a referências do mercado e reforça a atratividade relativa do segmento de lajes corporativas.

Principais indicadores do portfólio incluem rentabilidade líquida equivalente a 146% do CDI após tributos, distribuição acumulada de R$ 4,80 por cota nos últimos 12 meses e retorno total de 44,21% desde maio de 2019, tomando como base a cota de R$ 100. O total de ativos somou R$ 920,42 milhões ao fim de fevereiro, refletindo estrutura patrimonial robusta e diversificada.

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A estratégia de desinvestimento do RECT11 segue em execução, com gestão focada no reequilíbrio de passivos por meio de vendas próximas aos laudos de dezembro de 2025. Já foram alienados Parque Ana Costa, Canopus Corporate, Torre Rio Claro – Cidade Matarazzo e Av. Europa, 884, enquanto continuam negociações para ocupação de áreas vagas, reforçando a tese de otimização do portfólio.

A composição patrimonial reúne R$ 789,45 milhões em imóveis, R$ 108,51 milhões a receber de vendas, R$ 10,91 milhões em CRIs e R$ 1,96 milhão em aplicações de liquidez diária; os R$ 9,59 milhões restantes constam como outros ativos. A gestão ativa busca reduzir endividamento, preservar caixa e sustentar a capacidade de distribuição do RECT11 ao longo dos próximos trimestres.

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