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SNEL11 quebra recorde de liquidez com R$ 17,8 mi em um dia

SNEL11 quebra recorde de liquidez com R$ 17,8 mi em um dia
Imagem gerada por IA

O SNEL11 atingiu um novo recorde de liquidez no mercado secundário, com R$ 17,8 milhões negociados em um único pregão, consolidando a maior marca de sua história. O feito ocorre em meio à aceleração do crescimento do fundo, tanto em patrimônio quanto em base de cotistas, e reforça a confiança do mercado no veículo focado em energia solar.

Após a 4ª emissão de cotas, o patrimônio líquido alcançou R$ 909,3 milhões, enquanto a base de investidores saltou de 34,5 mil para mais de 70 mil. Esse avanço estrutural sustenta a maior circulação de cotas e contribui para um ambiente de negociação mais eficiente para o SNEL11 no mercado secundário.

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Entre os benefícios práticos para o investidor, destacam-se a redução dos spreads entre compra e venda, a maior facilidade para entrada e saída de posições, o aumento da profundidade de mercado e a melhora da atratividade para investidores institucionais. Fontes indicam que o volume recorde pode ter contado com participação de um player institucional, sinalizando amadurecimento e robustez do fundo entre os FIIs.

Com a captação de R$ 622 milhões na última oferta, o fundo avançou na expansão do portfólio ao celebrar contratos para aquisição de 20 ativos solares de geração distribuída. A capacidade instalada total atingiu 87,5 MWp, distribuída geograficamente em múltiplas regiões, o que colabora para diluir riscos operacionais e regulatórios.

Em dezembro, o fundo reportou resultado distribuível de R$ 9,6 milhões, evidenciando a capacidade de geração de renda recorrente aos cotistas do SNEL11. Entre os ativos já integralizados estão as UFVs Paramirim, Cruzeiro do Sul, Soleil e Juti, somando 16,9 MWp após a conclusão do closing e início de contribuição às receitas.

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A estratégia prioriza aquisições de ativos em operação, reduzindo riscos de construção e aumentando a previsibilidade do fluxo de caixa. O movimento acompanha o ciclo favorável das energias renováveis no Brasil, em que a geração distribuída avança com suporte de marcos regulatórios e incentivos, criando um ambiente propício para o crescimento consistente do fundo.

A carteira expandida soma R$ 436,2 milhões em aquisições, com projeção de TIR real de 14,44% ao ano, líquida de custos. A gestão estima crescimento de até 195% na capacidade de geração após a maturação, com potencial adicional de 153.460 MWh anuais. A diversificação geográfica, presente em 22 cidades de oito estados, mitiga riscos de concentração e favorece estabilidade operacional.

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