FIIs

SNEL11 mantém valor de dividendos e reforça previsibilidade de renda

SNEL11 mantém valor de dividendos e reforça previsibilidade de renda
SNEL11 atua no setor de energia fotovolatica - Foto: Pixabay.

O fundo imobiliário SNEL11 manterá a distribuição de R$ 0,10 por cota em janeiro, completando o 19º mês consecutivo com o mesmo patamar de pagamentos. Os investidores com posição até o fim do pregão de quinta-feira (15) terão direito aos proventos, que serão pagos em 23 de janeiro. O movimento reforça a estabilidade do fundo e a previsibilidade do fluxo de caixa para os cotistas.

Com base no fechamento de R$ 8,55 em 28 de novembro, o valor anunciado corresponde a um dividend yield mensal de 1,17%. A gestão da Suno Asset, especializada em ativos de energia renovável, sustenta a geração de receitas por meio da locação de usinas fotovoltaicas, modelo que reduz volatilidade e melhora a visibilidade de resultados. Esse desenho de portfólio é central para o desempenho dos dividendos do SNEL11.

A distribuição também alcança os investidores que participaram da 4ª oferta de emissão, encerrada em dezembro com captação superior a R$ 620 milhões. Os detentores de recibos numerados de SNEL11 a SNEL25 receberão R$ 0,10 por unidade na mesma data, garantindo equidade entre antigos e novos cotistas. Trata-se de um impulso adicional à base de investidores e à liquidez.

Principais marcos: data de pagamento em 23 de janeiro; valor de R$ 0,10 por cota; dividend yield mensal de 1,17%; data com em 15 de dezembro; e participação de cotistas da oferta recente. A manutenção do patamar reforça o compromisso da gestora com consistência e disciplina de caixa, atributos relevantes para o investidor de renda.

SNEL11: como ficou o fundo após a 4ª oferta?

A captação recente elevou o valor de mercado do fundo para R$ 950 milhões e contribuiu para expandir o patrimônio sob gestão da Suno Asset para R$ 3,3 bilhões. Os recursos serão direcionados à ampliação do portfólio de 17 usinas, com foco em geração distribuída. O fundo atingiu 60 mil cotistas em novembro, consolidando presença no segmento de infraestrutura verde.

O modelo de captação combina investidores institucionais e vendedores de ativos que passam a integrar a base de cotistas, promovendo diversificação, gestão profissional e eficiência tributária. Entre as vantagens, destacam-se aquisição sem curva J, receitas desde o primeiro dia e menor risco de performance, pontos ressaltados pelo CIO Vitor Duarte.

A receita imobiliária de novembro somou R$ 5,349 milhões, impulsionada por receitas extraordinárias após o fim de carências. Com apenas 46% do potencial operando plenamente, a projeção de receita recorrente em regime é de R$ 4,870 milhões para o SNEL11, sustentando a continuidade dos pagamentos e a tese de renda do fundo.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também