O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou a sessão desta quarta-feira (14) aos 3.953,80 pontos, em alta de 0,07%. O avanço corresponde a 2,63 pontos frente ao fechamento anterior, de 3.951,17 pontos, na B3.
Ao longo do dia, o índice abriu a 3.951,12 pontos, recuou pela manhã e se recuperou gradualmente, encerrando em terreno positivo. No intraday, oscilou entre a mínima de 3.929,61 pontos e a máxima de 3.956,02 pontos.
- Fechamento: 3.953,80 pontos (+0,07%; +2,63 pontos).
- Abertura: 3.951,12 pontos; mínima: 3.929,61; máxima: 3.956,02; close 2,22 pontos abaixo da máxima.
- Em 52 semanas: abaixo da máxima de 3.991,07 pontos e acima da mínima de 3.562,37 pontos.
- Líderes de volume: MXRF11 (1,81 milhão de cotas; -0,11%; R$ 9,35); GGRC11 (1,25 milhão; -0,54%); SNEL11 (1,25 milhão; +0,63%); CPTS11 (923,34 mil; +0,89%); VGHF11 (617,45 mil; +1,43%).
- Maiores altas: MCRE11 (+3,61%; +R$ 0,30; R$ 8,48) e BRCR11 (+1,7%; +R$ 0,74; R$ 43,96).
- Maiores quedas: BCIA11 (-2,05%; -R$ 1,89; R$ 90,45) e URPR11 (-1,84%; -R$ 0,39; R$ 20,83).
Desempenho do IFIX no pregão
O IFIX é o indicador de desempenho médio das cotas de fundos imobiliários listados na B3. O índice mede a variação de uma carteira teórica composta por esses ativos, conhecidos como FIIs.
No pregão desta quarta-feira, o indicador mostrou trajetória de recuperação ao longo do dia. Após a abertura próxima do nível de fechamento anterior, houve queda inicial, seguida de recomposição até encerrar com ganho marginal.
O fechamento ficou 2,22 pontos abaixo da máxima intradiária, sugerindo resistência na região de 3.956 pontos. Ainda assim, a variação positiva consolidou o índice acima da abertura e reforçou a manutenção do patamar próximo dos 3.950 pontos.
Na comparação com o intervalo de 52 semanas, o IFIX permanece a uma distância moderada da máxima de 3.991,07 pontos. Ao mesmo tempo, segue confortável em relação à mínima de 3.562,37 pontos, registrada no mesmo período.
Esse posicionamento evidencia que, apesar da volatilidade intradiária, o desempenho recente mantém o índice em faixa intermediária no recorte anual. Não houve rompimento de extremos no pregão.
Negócios e variações no IFIX
Entre os fundos mais negociados, o MXRF11 (Maxi Renda) liderou em volume, com 1,81 milhão de cotas. O papel recuou 0,11% no dia e fechou a R$ 9,35.
Em seguida, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) movimentou 1,25 milhão de cotas e caiu 0,54% no fechamento. No mesmo patamar de volume, o SNEL11 (Suno Energias Limpas) avançou 0,63% na sessão.
O CPTS11 (Capitânia Securities II) registrou 923,34 mil cotas negociadas e subiu 0,89% no dia. Já o VGHF11 (Valora Hedge Fund) movimentou 617,45 mil cotas, com alta de 1,43% no encerramento.
Nas maiores altas do pregão, o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate) se destacou com ganho de 3,61%. A cota avançou R$ 0,30, terminando a R$ 8,48.
Na segunda posição, o BRCR11 (BTG Pactual Corporate Office Fund) subiu 1,7%. O movimento representou valorização de R$ 0,74 por cota, que terminou o dia a R$ 43,96.
Entre as quedas, o BCIA11 (Bradesco Carteira Imobiliária Ativa) liderou as perdas com recuo de 2,05%. As cotas diminuíram R$ 1,89, encerrando negociadas a R$ 90,45.
A segunda maior baixa foi do URPR11 (Urca Prime Renda), que cedeu 1,84%. O ajuste de R$ 0,39 por cota levou o fechamento para R$ 20,83.
No conjunto, o pregão combinou recuperação do índice com dispersão de desempenhos entre os principais componentes. Essa dinâmica refletiu volumes concentrados em poucos nomes e variações relevantes nas pontas de maiores altas e maiores quedas.