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Veja resultados divulgados do KNSC11 em setembro com valores

Veja resultados divulgados do KNSC11 em setembro com valores
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário KNSC11 (KNSC11) registrou resultado líquido de R$ 15,9 milhões em setembro de 2026, segundo o relatório gerencial. O montante ficou ligeiramente abaixo dos R$ 16 milhões de agosto, em um mês afetado pela deflação em parte dos ativos.

Mesmo com a queda no resultado, a distribuição referente a setembro somou R$ 18,9 milhões. Os cotistas receberão R$ 0,08 por cota em 14 de outubro de 2026. A gestão usou resultados acumulados para complementar o pagamento.

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  • Resultado líquido: R$ 15,9 milhões (setembro) vs. R$ 16 milhões (agosto)
  • Distribuição: R$ 18,9 milhões; R$ 0,08 por cota (pagamento em 14/10/2026)
  • Rendimento: aproximadamente 0,87% de dividend yield, com preço de referência de R$ 9,19
  • Equivalência a taxa DI: cerca de 80% no mês; com gross-up de 15%, 95% do CDI
  • Receitas: R$ 16,3 milhões de CRIs, R$ 1,6 milhão de caixa e R$ 300 mil de LCIs
  • Despesas: R$ 2,3 milhões no período
  • Resultado por cota: R$ 0,06 (antes: R$ 0,07)
  • Novos investimentos: R$ 20,1 milhões em duas operações de crédito
  • Alocação: 89,6% do patrimônio líquido em ativos-alvo ao fim de setembro

No mês, a distribuição superou o resultado. A gestão utilizou parte do saldo de resultados acumulados para manter R$ 0,08 por cota. Após o pagamento, o saldo não distribuído ficou em R$ 0,04 por cota.

O rendimento mensal correspondeu a aproximadamente 0,87% sobre o preço médio de ingresso de R$ 9,19, usado como referência. Em comparação com a taxa DI, os proventos representaram cerca de 80%. Considerando o gross-up de 15% (ajuste tributário para equivalência com aplicações tributadas), a relação alcançou 95% do CDI.

A principal fonte de receita em setembro foi a carteira de CRIs, com R$ 16,3 milhões. As aplicações de caixa contribuíram com R$ 1,6 milhão, e as LCIs adicionaram R$ 300 mil. As despesas totais somaram R$ 2,3 milhões no período.

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Em termos unitários, o resultado ficou em R$ 0,06 por cota, ante R$ 0,07 em agosto. A variação refletiu a dinâmica dos indexadores, especialmente a deflação, e o perfil da carteira.

Resultado e distribuição do KNSC11 em setembro

A gestão informou que, apesar do recuo do resultado mensal, a política de distribuição considerou o uso de resultados acumulados. O objetivo foi preservar o patamar de R$ 0,08 por cota para o mês de referência.

Com isso, a distribuição total de R$ 18,9 milhões superou o gerado no mês. O saldo remanescente de resultados ainda não distribuídos encerrou setembro em R$ 0,04 por cota.

O comparativo com a taxa DI mostra que os proventos equivaleram a cerca de 80% do indicador no período. Ajustado pelo gross-up de 15%, que aproxima a comparação entre rendimentos isentos e tributados, a equivalência atingiu 95% do CDI.

No recorte de receitas, a carteira de CRIs liderou o desempenho. As posições de caixa e LCIs tiveram contribuição complementar. As despesas administrativas e financeiras somaram R$ 2,3 milhões, em linha com a estrutura do fundo.

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KNSC11 investe em novos CRIs e mantém mix entre IPCA e CDI

Em setembro, o fundo realizou duas novas operações de crédito imobiliário, totalizando R$ 20,1 milhões. As aquisições tiveram remuneração média de CDI + 3,12% ao ano. As operações ampliaram a exposição a empreendimentos corporativos e residenciais.

A maior delas, de R$ 10,1 milhões, foi direcionada a um CRI lastreado em um edifício corporativo padrão AAA na Marginal Pinheiros, em São Paulo. O plano prevê modernização do imóvel. A estrutura contempla garantias reais e fundo de reserva.

A segunda operação envolveu R$ 10 milhões em título atrelado a um projeto residencial de alto padrão na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. O papel remunera a CDI + 4,50% ao ano. Os mecanismos de proteção incluem alienação fiduciária, cessão de recebíveis e avais.

Ao fim de setembro, 89,6% do patrimônio líquido estavam aplicados em ativos-alvo. A maior parte, 57,9% do patrimônio, estava em CRIs indexados ao IPCA. Esses títulos apresentavam taxa média, marcada a mercado (precificação pelo valor de mercado), de IPCA + 10,06% ao ano e prazo médio de 7,9 anos.

Os CRIs atrelados ao CDI correspondiam a 31,8% do patrimônio, com taxa média de CDI + 2,91% ao ano e prazo médio de 3,4 anos. O perfil mantém equilíbrio entre indexadores de inflação e taxa pós-fixada.

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A combinação entre novas operações e a manutenção do mix entre IPCA e CDI sustenta a estratégia de originação e diversificação. A carteira segue concentrada em crédito imobiliário, com foco em prazos médios longos nos papéis indexados à inflação e termos mais curtos nos pós-fixados.

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