O Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão desta sexta-feira (9) aos 3.988,54 pontos, alta de 0,98% frente ao fechamento anterior, de 3.949,64 pontos. O indicador, que acompanha uma carteira de FIIs listados na B3, terminou a sessão próximo da máxima intradiária de 3.991,07 pontos, patamar que também corresponde à máxima de 52 semanas.
Ao longo das negociações, o índice oscilou entre a mínima de 3.949,65 pontos, registrada na abertura, e a máxima de 3.991,07 pontos. O movimento foi de avanço consistente durante a manhã, com renovação de altas na parte final do pregão. Na semana de 5 a 9 de outubro, acumulou ganho de 5,74% (216,69 pontos), ao sair de 3.771,85 pontos para 3.988,54 pontos.
- Fechamento: 3.988,54 pontos (+0,98% no dia)
- Abertura/mínima: 3.949,65 pontos
- Máxima intradiária e de 52 semanas: 3.991,07 pontos
- Variação semanal: +5,74% (de 3.771,85 para 3.988,54)
- Maior volume: MXRF11 (2,36 milhões de cotas)
- Maior alta do dia: TGAR11 (+6,36%)
- Maior queda do dia: ICRI11 (-1,85%)
Negócios do IFIX: MXRF11 lidera volume
Entre os fundos com maior giro nesta sexta-feira, o destaque em volume foi o MXRF11 (Maxi Renda), com 2,36 milhões de cotas negociadas. O papel avançou 1,07% no dia e fechou a R$ 9,45. Essa movimentação ajudou a compor o desempenho agregado do índice, que foi puxado por alta predominante entre os componentes.
Na segunda posição em volume esteve o SNEL11 (Suno Energias Limpas), com 1,76 milhão de cotas. O fundo valorizou 0,88% na sessão, encerrando a R$ 8,03. Em seguida veio o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária), com 1,5 milhão de cotas negociadas, alta de 0,43% e preço de fechamento a R$ 9,45.
Também figuraram entre os mais negociados o CPTS11 (Capitânia Securities II), que somou 933,9 mil cotas no dia e registrou alta de 1,41%, fechando a R$ 7,93, e o XPML11 (XP Malls), com 770,98 mil cotas movimentadas. Este último avançou 1,47% na sessão, encerrando a R$ 108,07.
O comportamento de volume e preços desses fundos reflete a dinâmica de mercado do dia, com fluxo comprador mais intenso em papéis líquidos do segmento de recebíveis e de shoppings, além de fundos de renda diversificada. A concentração de negócios em poucos códigos é típica de jornadas com maior direcionamento do índice.
Variações do IFIX: destaques do pregão
No campo das variações percentuais, a maior valorização do dia coube ao TGAR11 (TG Ativo Real), que subiu 6,36%. O avanço diário correspondeu a R$ 3,16 por cota, levando o preço de fechamento para R$ 52,87. O desempenho colocou o fundo entre os principais vetores positivos do índice na sessão.
Na direção oposta, o ICRI11 (Itaú Crédito Imobiliário IPCA) apresentou a maior queda entre os fundos mencionados, com recuo de 1,85%. A cota caiu R$ 1,75 no dia, encerrando o pregão a R$ 93,08. Em seguida, o BLMG11 (Bluemacaw Logística) registrou desvalorização de 1,57%, equivalente a R$ 0,51 por cota, terminando a R$ 31,60.
A leitura intradiária do índice mostra que o IFIX iniciou o dia no piso das cotações da sessão e escalou gradualmente até o teto, preservando ganhos na reta final. Esse padrão sugere predomínio de ordens de compra em janelas específicas do pregão, com maior intensidade na última hora de negociação.
Na comparação semanal, o ganho de 5,74% consolidou a melhor marca de 52 semanas, atingida exatamente na máxima intradiária desta sexta-feira, de 3.991,07 pontos. Esse movimento semanal indica recomposição dos preços dos fundos componentes do índice, em linha com o apetite por risco observado no período.
Ainda que a sessão tenha sido favorável para a maior parte dos fundos negociados, as quedas pontuais entre alguns códigos evidenciam seletividade por estratégia, segmento e duration das carteiras. Fundos de ativos reais, recebíveis indexados e shoppings tiveram presenças relevantes entre os destaques do dia, tanto em preço quanto em volume.
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IFIX sobe 0,98% e fecha a 3.988,54 pts; máxima de 52s