O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (7) aos 3.955,32 pontos, alta de 1,19% frente ao fechamento anterior, de 3.908,78 pontos. O avanço corresponde a 46,54 pontos na sessão, conforme dados da B3.
No intraday, o índice oscilou entre a mínima de 3.908,77 pontos — que também foi o nível de abertura — e a máxima de 3.955,32 pontos, cravada no fechamento. O patamar de encerramento coincidiu ainda com a máxima de 52 semanas, enquanto a mínima do mesmo período é de 3.562,37 pontos. Foi a terceira alta consecutiva do índice após o primeiro turno das eleições.
- Fechamento do dia: 3.955,32 pontos (+1,19%; +46,54 pontos).
- Abertura e mínima: 3.908,77 pontos; máxima no fechamento: 3.955,32 pontos.
- Janelas de 52 semanas: máxima em 3.955,32; mínima em 3.562,37 pontos.
- Sequência pós-1º turno: +1,34% (segunda, 5), +2,26% (terça, 6), +1,19% (quarta, 7).
- FIIs mais negociados: Zagros Renda Imobiliária e Maxi Renda, ambos com 2,6 milhões de cotas; Suno Energias Limpas, 1,79 milhão; Guardian Real Estate, 1,52 milhão; Capitania Securities II, 1,31 milhão.
- Maiores altas: Valora Renda Imobiliária (+8,27%, a R$ 6,02), Mauá Capital Real Estate (+6,38%, a R$ 8,74) e Valora Hedge Fund (+5,63%, a R$ 5,83).
IFIX renova máxima de 52 semanas
O desempenho desta quarta-feira manteve a trajetória positiva iniciada no começo da semana. Na segunda-feira (5), o índice avançou 1,34%. Na terça (6), subiu 2,26%. E, no pregão atual, acrescentou mais 1,19%, acumulando três sessões seguidas de valorização após o primeiro turno das eleições.
O IFIX é o principal índice de fundos imobiliários da B3. Ele acompanha uma cesta de cotas de fundos listados, refletindo, de forma agregada, o comportamento de preços do segmento. No dia, a amplitude foi estreita na ponta de baixa, já que a mínima e a abertura ocorreram no mesmo nível, em 3.908,77 pontos. A máxima de 3.955,32 pontos foi registrada no fechamento, sinalizando pressão compradora ao longo da sessão.
Na comparação de 52 semanas, o índice renovou a máxima no próprio encerramento do pregão, em 3.955,32 pontos. A mínima desse intervalo segue em 3.562,37 pontos. O movimento das últimas três sessões sustenta a recuperação do indicador dentro da banda anual, mas sem alterar os extremos do período além da nova máxima.
A leitura do desempenho diário indica um avanço distribuído entre diferentes classes de fundos, com destaque para os segmentos de recebíveis e fundos híbridos entre os maiores ganhos individuais. Em termos de negociação, houve concentração de volume em nomes líquidos e amplamente presentes em carteiras referência do mercado de fundos imobiliários.
IFIX: FIIs mais negociados e maiores altas
Entre os fundos mais negociados, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) movimentou 2,6 milhões de cotas e subiu 0,22% no dia. O MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) também registrou 2,6 milhões de cotas e avançou 0,96% na sessão.
O SNEL11 (Suno Energias Limpas) teve volume de 1,79 milhão de cotas, com alta de 0,13%. Já o GARE11 (Guardian Real Estate FII) somou 1,52 milhão de cotas, com valorização de 1,49%. O CPTS11 (Capitania Securities II Fundo de Investimento Imobiliário) negociou 1,31 milhão de cotas e fechou em alta de 1,16%.
Nas maiores altas do pregão, o VGRI11 (Valora Renda Imobiliária FII) liderou com avanço de 8,27%, equivalente a R$ 0,46 por cota, encerrando a R$ 6,02. Em seguida, o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate) subiu 6,38% (R$ 0,53 por cota), fechando a R$ 8,74.
O VGHF11 (Valora Hedge Fund Fundo de Investimento Imobiliário – FII) foi o terceiro destaque positivo, com alta de 5,63% (R$ 0,31 por cota), terminando o dia a R$ 5,83. Esses movimentos ilustram o comportamento de parte dos fundos de crédito e estratégias de hedge, que aparecem entre os principais vetores de desempenho da sessão.
No agregado, o pregão combinou avanço do índice de referência, renovação de máxima de 52 semanas e liquidez concentrada em nomes tradicionais. A sessão foi marcada por fechamento na máxima intradiária, após abertura e mínima coincidentes, e por ganhos expressivos em alguns fundos, em linha com a sequência de valorizações observada desde o início da semana.