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IFIX sobe 0,32% e fecha pregão em 3.753,87 pontos

IFIX sobe 0,32% e fecha pregão em 3.753,87 pontos
Foto: Suno/Banco

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (2) aos 3.753,87 pontos, alta de 0,32% em relação ao fechamento anterior. A variação corresponde a 12,07 pontos frente aos 3.741,80 pontos registrados na sessão prévia na B3, bolsa brasileira.

Ao longo do dia, o índice de referência dos fundos de investimento imobiliário oscilou entre a mínima intradiária de 3.739,43 pontos e a máxima de 3.754,06 pontos. A abertura ocorreu aos 3.741,72 pontos, indicando trajetória de valorização ao longo da sessão.

  • Fechamento: 3.753,87 pontos (+0,32%), +12,07 pontos no dia
  • Abertura: 3.741,72 pontos; mínima: 3.739,43; máxima: 3.754,06
  • Mais negociados: MXRF11 (2,16 mi), GGRC11 (1,77 mi), CPSH11 (1,17 mi), CPTS11 (950,89 mil), BTCI11 (626,38 mil)
  • Maiores altas: TRBL11 (+5,06%, a R$ 49,17); HSAF11 (+3,92%, a R$ 77,96)
  • Maiores quedas: VILG11 (-1,32%, a R$ 92,11)

Os FIIs são fundos de investimento imobiliário, veículos que reúnem recursos de investidores para aplicar em ativos do setor, como lajes corporativas, galpões e títulos de crédito lastreados em imóveis. O IFIX mede o desempenho médio desses ativos listados em bolsa. Em pontos, o índice reflete a variação ponderada dos preços das cotas que o compõem.

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Desempenho do IFIX no pregão

O índice de fundos imobiliários avançou pelo segundo pregão consecutivo, sustentado por uma sessão de baixa volatilidade. A amplitude entre mínima e máxima ficou em 14,63 pontos, sugerindo oscilação contida ao longo do dia.

A abertura aos 3.741,72 pontos mostrou leve pressão compradora desde o início dos negócios. O avanço de 0,32% no fechamento consolidou o movimento intradiário em direção à máxima, alcançada a 3.754,06 pontos.

Em termos metodológicos, o IFIX é calculado com base no preço e na liquidez das cotas elegíveis. Alterações diárias refletem o desempenho agregado dos componentes do índice, ponderado por critérios de elegibilidade definidos pela B3.

IFIX: MXRF11 lidera negócios e maiores variações

Entre os ativos mais negociados do dia, o MXRF11 (Maxi Renda) registrou volume de 2,16 milhões de cotas e queda de 0,33% na sessão. Na sequência, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) movimentou 1,77 milhão de cotas, com recuo de 1,10%.

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O CPSH11 (Capitania Shoppings) somou 1,17 milhão de cotas e subiu 0,10% no dia. Já o CPTS11 (Capitania Securities II) negociou 950,89 mil cotas, com alta de 1,21%. O BTCI11 (BTG Pactual Crédito Imobiliário) teve 626,38 mil cotas transacionadas, encerrando a sessão com valorização de 0,22%.

No quadro de maiores altas, o TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) liderou com avanço de 5,06%, equivalente a R$ 2,37 por cota, fechando a R$ 49,17. Em seguida, o HSAF11 (HSI Ativos Financeiros) subiu 3,92%, ou R$ 2,94 por cota, concluindo o pregão a R$ 77,96.

Do lado das quedas, o VILG11 (Vinci Logística) recuou 1,32%, ou R$ 1,23 por cota, com preço de fechamento a R$ 92,11. As variações refletem a dinâmica setorial e a liquidez específica de cada ativo no dia, sem indicar, por si só, mudanças estruturais nos fundamentos.

Para fins de leitura, percentuais indicam a variação do preço de fechamento da cota frente ao dia anterior, enquanto os volumes em “milhões de cotas” se referem ao total efetivamente negociado no pregão. Esses dados ajudam a contextualizar a liquidez e o interesse do mercado pelos principais papéis do universo de FIIs.

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