O BTLG11 concluiu o período de exercício do direito de preferência de sua 16ª emissão, com a subscrição e integralização de 1.941.144 novas cotas e captação de aproximadamente R$ 198,99 milhões. O preço de emissão foi de R$ 102,51 por cota. Com o fim desta etapa, permanecem 13.668.613 cotas para distribuição nas próximas fases, somando cerca de R$ 1,4 bilhão, sinalizando forte apetite do mercado pelo fundo.
Principais marcos desta oferta incluem o registro automático pela CVM em abril de 2024, oferta-base próxima de R$ 1,6 bilhão e possibilidade de aumento via lote adicional. A operação integra a estratégia de captação do fundo imobiliário para financiar crescimento e reforçar sua presença no segmento logístico nacional.
Após a captação, o BTLG11 concluiu o pagamento da última parcela pela aquisição de um portfólio com 13 ativos logísticos, transação de aproximadamente R$ 1,76 bilhão. Os imóveis estão distribuídos em regiões estratégicas do país, com destaque para São Paulo — incluindo Louveira, Itapevi e São Bernardo do Campo — além de Ipojuca (PE) e Queimados (RJ).
Indicadores operacionais mostram um portfólio de cerca de 34 imóveis, com ABL total próxima de 1,4 milhão de m². O estado de São Paulo concentra cerca de 92% dos ativos, refletindo foco na principal região econômica do país. A vacância financeira estava em 2,6% no dado mais recente, evidenciando elevada ocupação e resiliência operacional.
A gestão do FII conduz renegociações contratuais em ativos localizados em Ribeirão Preto, Mauá, Louveira, Navegantes e Cajamar, visando otimizar prazos, reajustes e garantias. Embora os termos ainda não tenham sido detalhados, a expectativa é de atualizações em relatórios futuros, reforçando a gestão ativa do portfólio.
Em renda, o fundo manteve a distribuição de R$ 0,81 por cota referente a abril de 2024, preservando a previsibilidade para os investidores. Além disso, foi assinado memorando para possível venda de três imóveis; se confirmada nos termos atuais, a operação pode gerar ganho estimado de cerca de R$ 1,56 por cota, a ser distribuído após a conclusão.
Na sequência, a oferta avança para as próximas etapas de colocação. A demanda dos investidores definirá o volume final, enquanto o pipeline de aquisições e possíveis desinvestimentos deve sustentar o crescimento do BTLG11 e a eficiência alocativa no médio prazo.