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IFIX recua 0,89% e fecha na mínima do dia aos 3.850,19

IFIX recua 0,89% e fecha na mínima do dia aos 3.850,19
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta segunda-feira (18) em queda de 0,89%, aos 3.850,19 pontos, acumulando perda de 34,57 pontos em relação ao fechamento anterior. Ao longo do dia, o movimento vendedor predominou, mantendo o indicador sob pressão e reforçando o tom negativo que marcou a primeira sessão da semana.

O índice de fundos imobiliários oscilou entre a máxima de 3.889,98 pontos e a mínima de 3.850,19 pontos, encerrando próximo do piso do dia e abaixo do patamar de 3.900 pontos. Esse comportamento evidenciou a cautela dos investidores diante do cenário de maior volatilidade nos FIIs, com poucos ativos concentrando o fluxo financeiro.

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Entre os destaques de negociação, o MXRF11 (Maxi Renda) liderou o volume com R$ 1,66 milhão e recuo de 0,71%. Em seguida, o CPTS11 (Capitania Securities II) movimentou R$ 1,6 milhão, com queda de 0,53%. O GARE11 (Guardian Logística) somou R$ 1,45 milhão, caindo 0,83% na sessão. O HFOF11 (Hedge Top FOFII 3) recuou 2,46% com R$ 1,18 milhão, enquanto o GGRC11 (GGR Covepi Renda) caiu 0,88% com R$ 1,1 milhão.

O RCRB11 (Rio Bravo Renda Corporativa) registrou a maior alta do dia, avançando 2,02% e fechando a R$ 140,00. O KIVO11 (Kilima Volcano Recebíveis Imobiliários) também figurou entre as valorizações, com alta de 1,12% e cotação de R$ 62,30. Esses movimentos apontam resiliência seletiva em alguns segmentos, mesmo em um ambiente de correção mais ampla.

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No campo negativo, o PVBI11 (VBI Prime Properties) liderou as perdas, recuando 3,99% e encerrando a R$ 74,24. Logo atrás, o HSML11 (HSI Malls) caiu 3,77%, fechando a R$ 88,31. A performance reforça a fragilidade de shoppings no pregão, em contraste com fundos de recebíveis que mostraram relativa firmeza.

Em síntese, o IFIX iniciou a semana sob influência de pressão vendedora, com elevada volatilidade e concentração de volume em poucos FIIs. A dinâmica intradiária, com fechamento na mínima, sugere prudência no curto prazo, enquanto as variações setoriais destacam oportunidades pontuais em segmentos mais defensivos.

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