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RZAK11 mantém R$ 1,10 por cota; pagamento em 22 de maio

RZAK11 mantém R$ 1,10 por cota; pagamento em 22 de maio
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário rendimentos RZAK11 manterá a distribuição de R$ 1,10 por cota em maio de 2026, repetindo o valor do mês anterior. A data-base foi definida para 15 de maio de 2026, garantindo o provento aos investidores posicionados até o fechamento do pregão. O pagamento ocorrerá em 22 de maio, referente à competência de abril, com dividend yield estimado em 1,28% sobre o preço de R$ 85,92 observado no fim de abril.

Em linha com a política de previsibilidade, o RZAK11 reforça a atratividade do fluxo mensal de proventos. Para o investidor de renda, a manutenção do patamar sugere estabilidade de geração de caixa no curto prazo, ainda que sujeita a variações de mercado e da carteira de crédito.

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As principais condições anunciadas foram: valor por cota de R$ 1,10; data-base em 15/05/2026; pagamento em 22/05/2026; e dividend yield mensal de 1,28% tomando como base o fechamento de abril. Esses elementos consolidam a mensagem de consistência operacional do fundo.

Resultado de março de 2026

Em março, o fundo imobiliário RZAK11 apurou resultado total de R$ 12,51 milhões, equivalente a R$ 1,42 por cota, com distribuição de R$ 1,10 no período. As receitas somaram R$ 13,66 milhões, com destaque para fundos imobiliários (R$ 7,08 milhões) e CRIs (R$ 1,71 milhão), além de receitas financeiras de R$ 4,86 milhões. As despesas foram contidas em R$ 1,14 milhão, evidenciando eficiência na gestão.

A carteira avançou com duas novas operações: o CRI ProSoluto Direcional X, remunerado a CDI + 2,10% a.a., lastreado em financiamentos do Minha Casa Minha Vida; e o CRI Mitre Chabad, a CDI + 2,80% a.a., voltado ao financiamento de obras em São Paulo. Esses movimentos ampliam a diversificação setorial e geográfica.

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Composição e estratégia de alocação

A alocação bruta atingiu 100,49% do patrimônio líquido, com estratégia equilibrada entre segmentos. Real estate representa 46,22% do PL, infraestrutura 23,71% e securitização de carteiras 21,48%. Allocation soma 5,60%, direct lending 2,94% e agronegócio 0,54%, visando maximizar retorno com controle de risco.

A carteira apresenta spread médio de CDI + 3,9% e duration consolidada de 1,9 ano, com maior exposição ao IPCA. O patrimônio líquido alcançou R$ 778,3 milhões ao fim de março, com 45.103 cotistas e liquidez média diária de R$ 1,7 milhão.

Apesar da ênfase em crédito, cerca de 86% do portfólio estava alocado em crédito agro por meio de CRA e estruturas correlatas, reforçando a especialização temática do fundo e sustentando seus rendimentos recorrentes.

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