FIIs

KNCA11 mantém resultado estável e distribui R$ 1,00 por cota

KNCA11 mantém resultado estável e distribui R$ 1,00 por cota
Imagem gerada por IA

O Fundo de Investimento em Agronegócios KNCA11 encerrou fevereiro com estabilidade operacional, somando receitas de R$ 20,2 milhões, muito próximo dos R$ 20,6 milhões de janeiro. O desempenho consistente reforça a previsibilidade do veículo e sua aderência à tese do agronegócio. A carteira de Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) foi o principal motor do resultado, respondendo por R$ 18,9 milhões, evidenciando o foco do fundo em instrumentos de crédito do setor.

Além dos CRA, houve contribuição diversificada de outras fontes. A exposição a Fiagro FIDC adicionou R$ 2 milhões, enquanto posições em LCI renderam R$ 800 mil e os instrumentos de caixa, R$ 600 mil. Essa combinação equilibra prazos e indexadores, reduzindo volatilidade e sustentando a distribuição de rendimentos.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Como reflexo do período, o fundo anunciou R$ 1,00 por cota em proventos referentes a fevereiro. Para o investidor pessoa física, a remuneração é isenta de IR e representa 0,98% sobre a cota média de ingresso de R$ 101,77. Em base comparativa, o retorno corresponde a 99% do DI do mês e, ao considerar o gross-up de 15%, equivale a 116% do CDI, indicador relevante para o mercado de crédito.

Os indexadores tiveram impactos distintos no mês. Papéis atrelados ao IPCA pressionaram negativamente os resultados, refletindo a inflação mais baixa observada em dezembro e janeiro. Em contrapartida, os ativos vinculados ao CDI foram favorecidos pela manutenção da Selic em patamar elevado, embora o efeito tenha sido parcialmente mitigado pelo menor número de dias úteis em fevereiro.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/DT-PS-HOME-DE-ARTIGOS-1420x240-ID_01_x1.jpg

A gestão do fundo KNCA11 sinalizou que o intervalo de distribuição entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota segue adequado à composição atual da carteira e aos objetivos estratégicos. Não há, por ora, necessidade de ajuste dessa reserva, indicando continuidade da política de alocação e foco em previsibilidade.

No fechamento do mês, 97,0% do patrimônio estava alocado em ativos-alvo, com 2,2% em LCI e 4,5% em caixa. Dentro do núcleo da carteira, houve equilíbrio entre IPCA (48,3%) e CDI (48,7%), demonstrando uma estratégia balanceada entre proteção inflacionária e captura do juro básico, capaz de sustentar o perfil de rendimentos do KNCA11 em diferentes cenários.

Quer construir uma carteira de Fiis alinhada com os seus objetivos? Clique aqui e fale agora mesmo com um especialista.

Leia também