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MCCI11 mantém R$ 1 por cota e yield de 1,07% em abril

MCCI11 mantém R$ 1 por cota e yield de 1,07% em abril
Imagem gerada por IA

O MCCI11 confirmou a distribuição de R$ 1,00 por cota referente ao desempenho de março de 2026, com pagamento em 20 de abril para investidores posicionados até 13 de abril. Com base no preço de fechamento de R$ 93,83, o dividend yield mensal é de aproximadamente 1,07%, mantendo o patamar observado nos últimos nove meses. A comunicação reforça a previsibilidade do fluxo de rendimentos e a aderência às metas informadas ao mercado.

A administração destacou que a faixa projetada para o primeiro semestre segue inalterada, entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota, com continuidade esperada ao menos até junho. Esse direcionamento sustenta a leitura de estabilidade no curto prazo, ancorada na qualidade dos créditos e na disciplina de alocação.

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No mês, não houve mudanças relevantes na carteira. A composição permaneceu estável, sem novas alocações materiais ou desinvestimentos significativos, preservando o perfil de risco e a estratégia atual. Importante notar que não foram registradas ocorrências de inadimplência nos certificados de recebíveis imobiliários, e todas as obrigações com vencimento até a divulgação do relatório estavam quitadas.

Entre os destaques operacionais, cerca de 98% do patrimônio do fundo segue investido em ativos-alvo, distribuídos em 26 CRIs e 20 fundos de CRI. A concentração em crédito estruturado permanece elevada, com 76% em CRIs, 12% em cotas de FIIs, 10% em posições táticas e 2% em caixa. Esse arranjo reforça o foco em geração de renda recorrente.

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A carteira apresenta forte exposição à inflação: aproximadamente 98% do portfólio de crédito está atrelado ao IPCA, com taxa média de IPCA + 8,9% ao ano. A fatia indexada ao CDI é de cerca de 2%, com retorno médio de CDI + 1,4%. No consolidado, a taxa média gira em torno de IPCA + 9,0% ao ano, refletindo o prêmio de risco do segmento.

No recorte setorial, o fundo exibe maior participação do segmento logístico, com 55% da carteira. Em seguida, aparecem os setores residencial (17%), comercial (16%) e varejo essencial (11%), além de exposição residual ao setor hoteleiro (1%). Esses vetores, combinados, sustentam o guidance e reforçam a resiliência do MCCI11.

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