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VRTM11 eleva caixa e resultado com reciclagem de ativos

VRTM11 eleva caixa e resultado com reciclagem de ativos
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário VRTM11 reportou resultado de R$ 4,2 milhões em fevereiro, sustentado por reciclagem de portfólio e ajustes táticos na carteira de crédito. A tese combina alocação em CRIs, imóveis diretos e cotas de FIIs, reforçando a diversificação e a resiliência operacional do veículo. A gestão manteve foco em oportunidades com desconto e em fluxos correntes previsíveis.

Em crédito, o destaque foi a aquisição adicional de R$ 3,6 milhões do CRI Terrassa, remunerado a IPCA + 12,25% ao ano, ampliando a ancoragem do retorno real. Paralelamente, houve liberação de R$ 1,8 milhão para seis empreendimentos em obras, em linha com o cronograma físico-financeiro previsto. Essa combinação favorece equilíbrio entre risco de construção e geração de caixa indexada.

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No segmento de imóveis, a recompra de unidades ganhou tração. O You Inc. Vista Madalena concentrou cerca de R$ 6 milhões em sete aquisições, reforçando a tese de trading imobiliário. Houve ainda operações em Tumiaru, Habitat Vida e Habitat Aquarela, com foco em capturar spreads por compra com desconto e posterior revenda em mercado. A gestão busca margens adicionais via rotação ativa.

Prossegue também a regularização de três unidades do Alpha Houses I, em Barueri (SP). A expectativa é de ganho entre R$ 150 mil e R$ 200 mil por unidade após a venda, destravando valor patrimonial. Essas iniciativas criam colchão de resultados extraordinários para complementar o rendimento recorrente do fundo.

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Na carteira de FIIs, o VRTM11 executou desinvestimentos em KNSC11, AIEC11 e MCCI11 e iniciou a redução em RINV11, apurando ganho de capital de R$ 40 mil. As vendas liberaram cerca de R$ 10 milhões, elevando o caixa a R$ 23,2 milhões ao fim do mês. A gestão indica pipeline pronto para novas alocações.

A distribuição foi de R$ 0,09 por cota em fevereiro, com reserva de R$ 0,031 para suporte a pagamentos. A projeção indica dividendos entre R$ 0,085 e R$ 0,095 por cota no 1º semestre de 2026. A cota negocia a P/VP de 0,78x, preço de R$ 7,43 e dividend yield mensal de 1,21% (cerca de 143% do CDI com gross-up). O posicionamento reforça o apelo do VRTM11 entre híbridos, unindo renda e eventuais ganhos de capital.

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