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SNEL11 bate 85 mil cotistas e marca recorde de liquidez

SNEL11 bate 85 mil cotistas e marca recorde de liquidez
Imagem gerada por IA

O fundo imobiliário SNEL11 alcançou 85 mil cotistas, consolidando sua base de investidores em meio ao aumento consistente de liquidez no mercado secundário. O avanço ocorre em linha com o maior interesse pela tese de geração distribuída de energia solar, que vem ganhando tração entre investidores de varejo e institucionais. A estratégia do fundo, focada em ativos de energia renovável, mantém desempenho robusto e sustentado ao longo do tempo.

Em janeiro, o volume negociado somou R$ 45,1 milhões, com média diária de R$ 2,15 milhões, refletindo a maior profundidade do book e a redução do spread. Em um único pregão recente, o fundo imobiliário movimentou R$ 17,8 milhões, estabelecendo novo recorde para o ativo. Nos últimos 30 dias, a média diária atingiu cerca de R$ 3,6 milhões, segundo a plataforma Status Invest, reforçando o apetite do mercado.

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A performance do SNEL11 também acompanha a evolução operacional. Em janeiro, o retorno total foi de 1,75%, equivalente a 150,12% do CDI e 529,58% do IPCA no período. Os resultados demonstram a capacidade da carteira em superar indicadores de referência, mesmo em um ambiente macroeconômico desafiador para a renda fixa. Essa resiliência fortalece a tese de longo prazo do veículo.

Desde o início das operações, a base de investidores saltou de cerca de 3 mil para os atuais 85 mil cotistas. O crescimento reflete a busca por alternativas vinculadas ao setor de energia renovável, com destaque para a energia solar distribuída, que reúne potencial de expansão, previsibilidade de caixa e impacto ambiental positivo.

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O avanço do fundo ocorre enquanto fontes limpas ampliam participação na matriz brasileira, com destaque para solar e eólica. Dados da BloombergNEF indicam que a transição energética e a demanda por ativos sustentáveis aceleram a alocação de capital no segmento. A regulação da geração distribuída reforça a segurança jurídica e sustenta novos investimentos.

Para o primeiro semestre de 2026, a gestão do SNEL11 projeta rendimentos entre R$ 0,10 e R$ 0,11 por cota, sujeitos à evolução dos projetos em ramp-up. Reajustes tarifários, entrada de novos ativos e contratos de longo prazo podem influenciar os resultados. O modelo é ancorado na locação de usinas solares para grandes consumidores, garantindo receitas recorrentes e diversificadas.

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