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FII LVBI11 tem yield anualizado de 9,8% e mantém vacância zerada

FII LVBI11 tem yield anualizado de 9,8% e mantém vacância zerada
Foto: Suno/Banco

O fundo imobiliário LVBI11 apurou resultado distribuível de R$ 12,98 milhões em setembro de 2026, equivalente a R$ 0,81 por cota. Segundo o relatório gerencial, a receita total foi de R$ 15,46 milhões no mês, sem eventos extraordinários.

Os dividendos somaram R$ 12,89 milhões, com distribuição de R$ 0,80 por cota em 7 de outubro. Com base na cotação de R$ 97,90, o dividend yield anualizado foi de 9,8%, ante 8,0% sobre o valor patrimonial de R$ 120,53 por cota.

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  • Resultado distribuível: R$ 12,98 milhões (R$ 0,81/cota) em setembro
  • Receitas: R$ 15,46 milhões; aluguéis de R$ 14,89 milhões; receitas mobiliárias de R$ 562,5 mil; despesas de R$ 2,47 milhões
  • Dividendos: R$ 12,89 milhões (R$ 0,80/cota), pagos em 7 de outubro; DY anualizado de 9,8% (preço) e 8,0% (valor patrimonial)
  • Acumulado jan-set: resultado de R$ 110,02 milhões; receitas de R$ 133,33 milhões
  • Últimos 12 meses: resultado de R$ 146,97 milhões; receitas de R$ 176,16 milhões
  • Guidance: manutenção de R$ 0,80/cota ao mês no 2º semestre; possível distribuição extraordinária de ~R$ 0,27/cota antes da incorporação, limitada à reserva
  • Venda do imóvel Itapevi por R$ 103,7 milhões; carteira passa a ser 100% classe A
  • Portfólio: 9 imóveis, 4 estados, 482,9 mil m² de ABL, 29 locatários; vacância física zero e financeira de 0,4%; prazo médio contratual de 3,7 anos
  • Incorporação pelo HGLG11 prevista, de forma indicativa, para o 1º semestre de 2027, pendente de manifestação da CVM sobre direito de reembolso

Resultados e dividendos do LVBI11 em setembro de 2026

A geração de caixa operacional consolidou R$ 12,98 milhões em setembro, ou R$ 0,81 por cota, refletindo receitas de R$ 15,46 milhões e despesas de R$ 2,47 milhões. Do total de receitas, R$ 14,89 milhões foram provenientes de aluguéis, enquanto R$ 562,5 mil vieram de aplicações financeiras e outros rendimentos mobiliários.

Os proventos mensais somaram R$ 12,89 milhões, com distribuição de R$ 0,80 por cota paga em 7 de outubro. O dividend yield anualizado foi de 9,8% considerando a cotação de R$ 97,90, e de 8,0% na referência do valor patrimonial de R$ 120,53 por cota. Dividend yield é a razão entre proventos e preço ou valor patrimonial, anualizada para comparação.

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Entre janeiro e setembro de 2026, o fundo acumulou resultado distribuível de R$ 110,02 milhões, sobre receitas de R$ 133,33 milhões. Em 12 meses, o resultado somou R$ 146,97 milhões e as receitas atingiram R$ 176,16 milhões, evidenciando consistência do fluxo operacional no período.

A gestão manteve a projeção de distribuição de R$ 0,80 por cota ao mês no segundo semestre. Antes da incorporação, poderá ocorrer uma distribuição extraordinária limitada à reserva, estimada em aproximadamente R$ 0,27 por cota em setembro, conforme o relatório.

No portfólio, a vacância física permaneceu zerada ao final de setembro, e a vacância financeira foi de 0,4%. Vacância física indica áreas desocupadas; a financeira reflete impactos de descontos e inadimplência. No ativo Aratu, a Petlove assumiu 3.474 m² que eram ocupados pela Elfa Medicamentos, mantendo ocupação.

Venda do ativo Itapevi e incorporação do LVBI11

Em 29 de setembro, o fundo comunicou a venda do imóvel Itapevi por R$ 103,7 milhões. O ativo, adquirido em 2019, possuía 34,9 mil m² de ABL (área bruta locável) e era o único empreendimento de classe B da carteira. Com a alienação, o portfólio passou a ser composto exclusivamente por ativos logísticos de classe A.

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Ao fim de setembro, a carteira reunia nove imóveis distribuídos em quatro estados, totalizando 482,9 mil m² de ABL e 29 locatários. O prazo médio dos contratos (WALT) era de 3,7 anos. Quanto ao perfil contratual, 67% da receita potencial vinha de contratos típicos, que permitem revisão de aluguel ao término do prazo, e 33% de atípicos, que usualmente preveem penalidade integral em rescisões antecipadas.

No tocante aos indexadores, 81% dos aluguéis estavam vinculados ao IPCA e 19% ao IGP-M. A ArcelorMittal notificou saída antecipada de um módulo em Extrema a partir de fevereiro de 2027, o que eleva a vacância física projetada para 0,6% naquele período, mantido o cenário atual.

A incorporação pelo HGLG11 segue prevista, de maneira indicativa, para o primeiro semestre de 2027. O processo aguarda manifestação da CVM sobre o direito de reembolso dos cotistas, etapa regulatória necessária à continuidade da operação. A gestão reportou que o fundo segue combinando elevada ocupação, reorganização patrimonial após a venda de Itapevi e execução do cronograma de incorporação.

Com isso, os indicadores operacionais e financeiros de setembro, somados à venda do único ativo de classe B e à manutenção do guidance de R$ 0,80 por cota, delineiam o posicionamento do fundo no curto prazo. Os próximos passos dependem do trâmite regulatório junto à autarquia e da evolução das locações vigentes.

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