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PSEC11 tem liquidação aprovada; entenda o que acontecerá

PSEC11 tem liquidação aprovada; entenda o que acontecerá
Imagem gerada por IA

Os cotistas do fundo imobiliário PSEC11 aprovaram, em Assembleia Geral Extraordinária concluída e confirmada por fato relevante nesta quinta-feira (22), a reorganização que prevê a transferência integral do patrimônio para o fundo receptor RBRX11, seguida de sua liquidação. A operação, apresentada pela gestora Pátria VBI Securities e conduzida em conjunto com a administradora Apex Group, dá sequência ao processo anunciado ao mercado em 30 de setembro de 2026.

Apesar da aprovação, a implementação ainda dependerá da conclusão dos procedimentos previstos, incluindo a negociação definitiva dos ativos, a definição da proporção de troca de cotas e o calendário de encerramento do fundo emissor.

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  • Assembleia aprovou, sem ressalvas, a transferência integral dos ativos
  • Processo foi anunciado ao mercado em 30/09/2026
  • Transação ocorrerá pelos valores patrimoniais contábeis na data da alienação
  • Proporção de cotas entre os fundos será definida após a negociação definitiva
  • Cotistas poderão receber cotas do fundo receptor, dinheiro ou ambos
  • Encerramento do emissor ocorrerá após quitação de despesas e obrigações
  • Calendário de execução e fator de conversão serão divulgados oportunamente

Cronograma e etapas da reorganização do PSEC11

De acordo com o comunicado, a deliberação dos cotistas ocorreu sem ressalvas e marca uma nova etapa do processo de reorganização. A gestora e a administradora devem cumprir os trâmites necessários para efetivar a alienação dos ativos e a posterior integração da base de investidores ao fundo receptor.

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Após a transferência patrimonial, o emissor será liquidado. Antes da distribuição de quaisquer recursos remanescentes, serão quitadas todas as despesas e obrigações relativas ao encerramento, como custos de auditoria, publicações e encargos administrativos.

A administração informou que divulgará, em momento oportuno, o calendário detalhado da execução, incluindo as datas para a transferência dos ativos, a definição da proporção de conversão e as etapas finais da liquidação. Até o momento, não há data definida para a conclusão do processo, tampouco o fator de conversão entre as cotas.

No encerramento, os investidores poderão receber cotas do fundo receptor, valores em dinheiro ou uma combinação de ambas as modalidades, conforme aprovado. A forma de recebimento dependerá da estrutura final da transação e do resultado da negociação dos ativos.

Como será a migração dos cotistas do PSEC11 para o RBRX11

A transferência dos investimentos ocorrerá tomando como referência os valores patrimoniais pelos quais os ativos estiverem registrados na contabilidade do emissor no momento da alienação. Em termos práticos, isso significa que a operação usará o valor contábil dos ativos na data efetiva da transferência, e não o preço de mercado.

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O uso do valor patrimonial contábil busca refletir os registros oficiais do fundo na data da transação. Esse critério é comum em reorganizações, pois assegura uma base objetiva para mensurar a transferência de ativos entre veículos.

A quantidade de cotas do fundo receptor a ser atribuída aos investidores do emissor ainda não foi definida. Segundo o fato relevante, a proporção entre as cotas dos dois fundos será informada após a negociação definitiva dos ativos, etapa considerada necessária para calibrar os parâmetros da migração.

Concluída a transferência do patrimônio, terá início a fase de encerramento do emissor, que inclui a apuração e a quitação de todas as despesas vinculadas ao processo. Somente depois dessa etapa ocorrerá a distribuição dos recursos remanescentes aos cotistas, seja por meio de cotas do fundo receptor, dinheiro, ou uma combinação das duas modalidades.

A gestora e a administradora reforçaram que novas comunicações serão feitas ao mercado com atualizações sobre o cumprimento de cada etapa. Até o momento, não há divulgação do fator de conversão, nem do cronograma completo de execução.

Com a aprovação, o emissor avança para seu encerramento, enquanto o fundo receptor deverá concentrar os ativos transferidos quando a operação for efetivada. Trata-se de uma reorganização interna entre veículos geridos e administrados pelas mesmas instituições, com a expectativa de consolidar a carteira no fundo receptor e, posteriormente, concluir a fase de liquidação do fundo emissor.

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